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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Foi, mas não foi

“Foi Padilha que indicou”. André Vargas, então deputado federal do PT paranaense, numa das numerosas mensagens ao doleiro Alberto Youssef capturadas pela Polícia Federal, informando que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, indicara seu ex-assessor Marcus Cezar Ferreira de Moura para dirigir o Labogen, lavanderia de dinheiro sujo disfarçada de laboratório. “Padilha não fez indicação […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 03h56 - Publicado em 3 Maio 2014, 16h26

“Foi Padilha que indicou”.

André Vargas, então deputado federal do PT paranaense, numa das numerosas mensagens ao doleiro Alberto Youssef capturadas pela Polícia Federal, informando que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, indicara seu ex-assessor Marcus Cezar Ferreira de Moura para dirigir o Labogen, lavanderia de dinheiro sujo disfarçada de laboratório.

“Padilha não fez indicação nem para na Labogem nem para outro lugar. Vi o currículo dele e achei interessante. Ajudo as pessoas. Eu era o vice-presidente da Câmara e centenas de pessoas me procuravam para conseguirem colocação”.

André Vargas, agora deputado federal sem partido, insinuando que a indicação foi tramada por um homônimo.

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