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A bancada dos cafajestes ficou muito menor

A mudança mais relevante das medidas impostas pela eleição de outubro talvez tenha sido a dedetização do Senado

Por Augusto Nunes - 30 out 2018, 16h38

Os brasileiros decentes têm, mais que o direito, o dever de comemorar as medidas saneadoras decretadas pelo eleitorado neste outubro. A mais vistosa, claro, foi a ampla derrota sofrida pelo PT. A mais relevante talvez tenha sido a dedetização do Congresso, sobretudo a limpeza promovida pelas urnas no Senado Federal.

Ou porque não se reelegeram, ou porque foram impedido de chegar lá pelo voto, ficaram longe do Senado Dilma Rousseff, Lindbergh Farias, Eduardo Suplicy, Sarney Filho, Vanessa Grazziotin, Roberto Requião, Valdir Raupp, Romero Jucá, Edison Lobão, Beto Richa, Eunício Oliveira e Garibaldi Alves.

Não é pouca coisa. E não foi tudo. Em busca de refúgio na Câmara, caíram fora do Senado Gleisi Hoffmann e Aécio Neves. Agripino Maia falhou ao recorrer ao mesmo truque. É impossível adivinhar o desempenho dos novos senadores. Mas o mais radical dos pessimistas tem de admitir que a bancada dos cafajestes ficou muito menor.

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