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Geração COP26: os protestos dos jovens contra o aquecimento global

Ativistas climáticos se engajam em manifestações para reivindicar ações que garantam um futuro sustentável para as próximas gerações

Por Jennifer Ann Thomas Atualizado em 17 nov 2021, 10h01 - Publicado em 16 nov 2021, 17h55

Entre os dias 1 a 12 de novembro, a COP26, a conferência das Nações Unidas sobre mudança do clima, reuniu líderes globais em Glasgow, na Escócia, para fechar o chamado “livro de regras” do Acordo de Paris, o mais importante tratado internacional para enfrentar a crise climática. Desde 2018, quando a ativista sueca Greta Thunberg protestou sozinha pela primeira vez em frente ao Parlamento de seu país, o movimento de jovens cresceu ao redor do mundo. Conhecida por matar aulas às sexta-feiras para chamar atenção para o aquecimento global (ela dizia que não enxergava sentido em ir à escola sendo que não teria um futuro saudável no planeta), o movimento Fridays for Future se consolidou, principalmente, com a presença cada vez maior de crianças e adolescentes em protestos nas ruas. 

A força das manifestações reverberou inclusive na programação oficial da COP26: o dia 5 de novembro, a primeira sexta-feira das duas semanas de conferência, foi marcado pela programação totalmente dedicada à juventude, feito até então inédito na história das COPs. A data também marcou a marcha do Fridays for Future em Glasgow, com a presença de Greta e outros ativistas climáticos que ganharam fama mundo afora, seguida por mais um protesto global contra a falta de ações para frear o aquecimento global e a busca por justiça climática no sábado, dia 6. A reportagem de VEJA acompanhou a participação dos jovens na COP26 e registrou suas críticas e desejos para o futuro dessa geração.  

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