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Enfim a ciência entendeu a mulher

Em 7 de março de 2007, os avanços da ciência em torno da saúde da mulher foram destaque na capa de VEJA. Dezessete anos depois, uma nova droga para aplacar um dos principais sintomas da menopausa, as terríveis ondas de calor, demonstra potencial para ser um futuro tratamento

Por Natália Hinoue Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 jan 2024, 14h00 • Atualizado em 24 jan 2024, 15h47
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“As descobertas sobre as diferenças fisiológicas entre mulheres e homens devem mudar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de diversas doenças — especialmente no caso delas.”

Assim iniciava a reportagem de capa de VEJA, que retratava os avanços da ciência em torno da saúde da mulher. Ao longo de oito páginas, o especial abordava as principais diferenças fisiológicas entre mulheres e homens, por exemplo, como cada órgão se comporta de maneiras diferentes entre os sexos, como as doenças impactam cada organismo e as respostas distintas aos medicamentos.

“Homens e mulheres pensam, agem e sentem de modo completamente distinto. Eles e elas enxergam, fazem a digestão, sentem cheiros, respiram e transpiram de forma diferente. Enfim, as dessemelhanças entre os sexos vêm surpreendendo mesmo os pesquisadores da medicina de gênero — um ramo que nasceu em meados da década de 90 e propõe condutas específicas para cada sexo, tanto na prevenção como no tratamento de diversos males”, iniciava a reportagem.

O avanço da ciência segue sendo fundamental para a medicina alcançar resultados assertivos que promovam uma melhora na qualidade de vida, como no caso de aliviar os sintomas da menopausa sentidos pelas mulheres 40+.

Uma nova droga para aplacar um dos principais sintomas da menopausa, as terríveis ondas de calor, demonstrou potencial para ser um futuro tratamento para fogachos moderados a severos. Em ensaios de fase 3, o elinzanetant também se mostrou capaz de auxiliar no sono das pacientes.

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“Sabemos que dados epidemiológicos mostram que mais de 60% das mulheres pós-menopausa têm fogachos e sintomas vasomotores. Elas precisam usar o tratamento para reduzir e eliminar os sintomas na pós-menopausa”, explica Eli Laukryc, vice-presidente médico da divisão farmacêutica da Bayer no Brasil e na América Latina.

Todas as quintas-feiras você, leitor, poderá conferir uma edição antiga no nosso TBT e ainda consultá-la na íntegra na home do nosso site.

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