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Seleção

08/05/2013

às 17:28 \ Política & Cia

FUTEBOL: Por que é que a torcida não está nem aí para a Seleção, para a Copa das Confederações e para a própria Copa 2014

Maracanã: (Foto: Publius Vergilius / Divulgação)

"O primeiro jogo no Maracanã depois de uma reforma que custou quase 1 bilhão aos cofres públicos é uma pelada entre amigos de Ronaldo e amigos de Bebeto"(Foto: Publius Vergilius / Governo do Estado do Rio de Janeiro)

Irreparável o texto do jornalista André Barcisnki, crítico do jornal Folha de S. Paulo, comentando o estranho — mas explicável — fenômeno de que, já perto de dois grandes eventos do futebol mundial, inclusive do maior, a Copa 2014, o país do futebol esteja a anos-luz de qualquer coisa parecida com “clima de Copa”.

Vejam só:

O TORCEDOR E A REVOLDA DAS CAXIROLAS

Estamos às vésperas da Copa das Confederações e a pouco mais de um ano da Copa do Mundo. Em qualquer país, o povo estaria respirando futebol.

Nas ruas, ninguém falaria de outra coisa. Crianças passeariam de camisa da seleção. Todo jogo seria uma festa, com estádios cheios e torcida animada.

Mas não é o que ocorre. Na verdade, não lembro uma época em que o futebol brasileiro estivesse tão por baixo quanto agora.

Nossa seleção é execrada. Aliás, a seleção não é “nossa”, mas da CBF, como bem disse Ricardo Teixeira.

O povo não se identifica com o time da CBF e vaia o time.

Nossos campeonatos estaduais foram sabotados pelas federações, que se perpetuam no poder à custa de favores aos times menores.

Nossos estádios, com poucas exceções, vivem vazios. Facções organizadas de torcedores profissionais dominam as arquibancadas.

Não podemos fumar, beber álcool ou levar bandeiras aos estádios. Não temos jogos de duas torcidas porque a polícia não tem competência para garantir a segurança. Partidas noturnas começam em horário de boate para satisfazer a TV.

Enquanto isso, na “sisuda” Alemanha, quem paga ingresso pode fumar, beber e exibir bandeiras.

Nosso Ministro do Esporte vai ao programa de TV Roda Viva e não tem capacidade de responder com clareza a uma pergunta sequer sobre os problemas da Copa do Mundo, preferindo acusar os jornalistas de “adversários da Copa” e ressuscitando a filosofia militarista do “Ame-ou ou deixe-o”.

O primeiro jogo no Maracanã depois de uma reforma que custou quase 1 bilhão aos cofres públicos é uma pelada entre amigos de Ronaldo e amigos de Bebeto.

Dizem que é um “jogo-treino”, mas o evento é transmitido pela TV e usado de propaganda por Dilma, Lula, Sergio Cabral e Eduardo Paes, o que o torna um evento oficial. Mesmo assim, Ronaldo acha por bem usar o Maracanã de playground e coloca um parente da esposa para jogar, enquanto Zico, Romário, Dinamite e tantos outros ídolos da história do Maracanã não foram convidados.

O apresentador da inauguração do novo Maracanã não foi José Carlos Araújo ou algum narrador esportivo com vínculos antigos ao estádio, mas Luciano Huck. Repito: Luciano Huck.

Nossos times, com poucas exceções, estão falidos, com dívidas impagáveis e divisões de bases dominadas por empresários.

Nossa imprensa esportiva se divide entre o oba-oba oficialesco e aqueles que insistem em dizer a verdade e são tachados de “pessimistas”.

O homem mais poderoso do futebol brasileiro é uma relíquia da ditadura que não pode nem chegar perto da presidente da República.

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02/05/2013

às 19:20 \ Tema Livre

RESULTADO DA ENQUETE: Maioria de leitores do blog não leva fé em Felipão — e nem no futebol brasileiro

Felipão, técnico da seleção pentacampeão do mundo em 2002 (Foto: Wagner Carmo / VIPCOMM)

Felipão, técnico da Seleção pentacampeão do mundo em 2002: nossos leitores não acham que ele dê jeito no time antes da Copa das Confederações, no mês que vem (Foto: Wagner Carmo / VIPCOMM)

Não é só Luiz Felipe Scolari, o Felipão, que está desacreditado por nossos leitores.

Os amigos do blog que votaram na enquete sobre se Felipão conseguiria dar jeito na Seleção Brasileira antes da Copa das Confederações, em junho, estão incrédulos é com o futebol brasileiro.

“O Felipão é um técnico ultrapassado, além de ter em mãos o pior ‘pé de obra’ de nossa história recente”, comentou o leitor Roberto, por exemplo. “O Rio de Janeiro não tem mais estádios, mas em compensação também não tem futebol! Creio sinceramente que nossa Seleção não passe das oitavas de final na Copa”, acrescentou.

“O nosso futebol está falido”, opina o leitor Marcos. “Não temos mais grandes jogadores e os esquemas táticos adotados pelo nosso futebol estão demodè e são ineficientes diante de grandes equipes”.

A opinião de Roberto sobre o tempo do treinador ter ficado para trás é compartilhada por outros leitores: “O Felipão já está ultrapassado, com as mesmas táticas”, escreveu o amigo do blog Arilson. “Vejam o exemplo do técnico da Alemanha que, com esquema sem centroavante, conseguiu que a seleção fizesse sete gols em duas partidas pelas eliminatórias europeias ”.

Anda há os que veem em Felipão apenas um técnico que abandonou um time, o Palmeiras, em uma fase ruim, sugerindo desconforto e insegurança.

Mas, naturalmente, não falta quem defenda o treinador pentacampeão em 2002, como a leitora Marilene: “Confiemos no Felipão, queridos. Compensará a torcida!”.

Dessa forma, ao perguntarmos: Você acha que o técnico Felipão ainda dá jeito na Seleção Brasileira até o início da Copa das Confederações, em junho?, dos 2.952 votos registrados, 64% (1.885 votos) acha que não, Felipão não tem chances com a seleção.

18% (528votos), diz que sim, Luiz Felipe Scolari pode usar toda a sua experiência como técnico do penta e levar a Seleção ao hexacampeonato.

14% (425 votos), mais ponderados, acham que o eventual êxito do treinador depende de vários fatores, não só de sua atuação, e 4% (114 votos) não souberam responder. Um de nossos leitores cobrou a falta da opção “não me interessa”.

Agora a pergunta é sobre o uso das caxirolas — o suposto invento de Carlinhos Brown, que na verdade é um caxixi (chocalho de berimbau) pintado de verde e amarelo — na Copa de 2014:

Diga lá: Qual uso  você daria para elas?

Responda à enquete logo ali, do lado direito.

LEIAM TAMBÉM:

Quando é que Felipão vai deixar a postura de lorde inglês e voltar a ser ele mesmo? Onde está o Felipão incendiário e motivador?

24/03/2013

às 20:05 \ Disseram

Pelé, sobre a seleção: “Esse time poderia ser o Corinthians”

“Esse time poderia ser o Corinthians”

Pelé, sugerindo que Seleção Brasileira tenha como base o Timão

23/03/2013

às 18:00 \ Tema Livre

PALAVRA DE REI: Pelé, ex-algoz do Corinthians, sugere o Timão como base para a Seleção Brasileira

Pelé, com Neymar, segurando foto em que, ainda no começo da carreira, ostentava penteado semelhante ao do astro do Santos (Foto: Ricardo Nogueira)

Como corintiano — e, portanto, alguém que sofreu o diabo por causa de Pelé, algoz do Timão durante mais de uma década –, é com grande prazer que publico no blog este material do site de VEJA. 

Nele, o Rei, preocupado com a falta de tempo que Felipão terá para preparar a Seleção brasileira para a Copa das Confederações, em junho, sugere que ele faça do Corinthians — que considera o melhor time em atuação no Brasil — a base para a Seleção.

O assunto já foi ventilado na imprensa, não é novo mas.. e daí? Quero ter esse prazer de corintiano.

Vamos ao texto e… palavra de Rei, é palavra de Rei, hahahaha:

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Matéria publidada no site de VEJA a 19 de março passado

Preocupado com a falta de tempo de preparação para a Copa das Confederações, em junho, e também para a Copa do Mundo de 2014, Pelé defendeu na segunda-feira, 18, que o técnico Luiz Felipe Scolari diminua a quantidade de testes e experiências na seleção brasileira.

Segundo ele, a solução agora seria apostar numa equipe como base, e incluir nela alguns jogadores.

No caso, o Rei aponta o Corinthians como o exemplo a ser seguido, com o acréscimo de talentos como Neymar.

“Para ganharmos tempo na preparação da Seleção, o Felipão poderia escolher um time como base e, a partir dessa base, juntar outros craques. A base seria o Corinthians. É o time que está apresentando o melhor futebol no momento e tem o melhor conjunto. Com essa base, o Neymar, que é uma peça única, poderia render muito mais”, defendeu Pelé durante evento promocional da Volkswagen em São Paulo.

Pelé entende que o Corinthians, campeão da Libertadores e do Mundial no ano passado, tem o melhor time do futebol brasileiro na atualidade, mas não destaca nenhum jogador individualmente do elenco corintiano – o único convocado do time para os jogos contra Itália, nesta quinta-feira [empate de 2 a 2, em Genebra], e Rússia, na próxima segunda, foi o volante Paulinho, que acabou sendo cortado por causa de uma lesão muscular.

Para ele, a força corintiana está justamente no conjunto montado pelo técnico Tite. “Não é mais o momento de experiências. Agora é hora de colocar o mesmo time para jogar”, afirmou Pelé, que comparou a situação atual com a campanha do tricampeonato mundial.

“Nós tivemos os mesmos problemas antes da Copa de 1970: falta de tempo, falta de entrosamento. E a saída encontrada foi essa: pegar os melhores times da época, Santos e Botafogo, e formar a base da seleção.”

Durante o evento em que foi anunciado como garoto-propaganda dos 60 anos da montadora alemã no Brasil, ao lado de outros jogadores, entre eles Neymar, Pelé disse que vai continuar cobrando seu pupilo “de pai para filho”, como fez numa entrevista há cerca de um mês, quando reclamou que ele estava preocupado demais em aparecer na mídia.

“A nossa relação vai ficar igual. Um pai sempre tem que orientar bem o seu filho, não é? O Neymar é cria nossa e todos os que gostam dele, como o Pepe, o próprio Edinho, meu filho, que trabalha no Santos, e eu, damos puxões de orelhas. Tudo o que gente fala é para o bem dele, pois é um excelente garoto, um grande jogador, e não pode se perder”, avisou Pelé, que promete ficar de olho inclusive nas namoradas de Neymar.

(…)

06/02/2013

às 15:00 \ Política & Cia

‘Vão roubar. E muito’, diz Romário sobre obras da Copa

O ex-jogador e deputado federal Romário (Foto: Lula Marques / Folhapress)

O ex-jogador e deputado federal Romário (Foto: Lula Marques / Folhapress)

Entrevista concedida a Gabriel Castro, de Brasília, publicada no site de VEJA

‘VÃO ROUBAR. E MUITO.’, DIZ ROMÁRIO SOBRE OBRAS DA COPA

O Baixinho, deputado atuante, afirma que atraso em boa parte das construções é proposital e critica o governo – mas se mostra otimista com a chegada de Felipão à seleção

O deputado federal Romário (PSB-RJ) tem, aos poucos, deixado de ser reconhecido apenas como uma celebridade que chegou à Câmara. Tornou-se um crítico ferrenho da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da organização da Copa do Mundo no Brasil.

Com menos de 500 dias para o Mundial de futebol, o ex-artilheiro diz que o legado do torneio será insuficiente e afirma que a demora em algumas obras alimenta a corrupção.

Ao site de VEJA, ele também falou do retorno de Luiz Felipe Scolari à Seleção e contou o que pensa sobre o argentino Lionel Messi, eleito o melhor jogador do mundo.

 

O senhor tem feito muitas críticas ao andamento das obras da Copa. Mas, recentemente, dois estádios já foram entregues. A situação melhorou? 

Pelo que eu tenho acompanhado através da Comissão de Esporte da Câmara e da minha assessoria, as obras que já estavam avançadas deram uma acelerada. Mas as que estavam atrasadas continuam atrasadas. Algumas, inclusive, não vão poder ser entregues porque não há mais tempo suficiente – principalmente obras que se referem à mobilidade urbana, que seriam, na minha opinião, o maior legado dessa Copa do Mundo para o brasileiro. São obras de transportes, alargamento de ruas, aeroportos, acessibilidade. Infelizmente, a Copa não vai ter o legado que deveria.

 

Os governos priorizaram os estádios e se esqueceram das outras obras?

Acho que a ideia é entregar os estádios. E acredito que nem todos os doze estarão 100% na época da Copa do Mundo. Mas, em se tratando de brasileiros, a gente sempre dá aquele jeitinho. Então os doze serão entregues e, desses doze, quatro dificilmente terão vida própria – os estádios de Manaus, Cuiabá, Brasília e Natal. Vão servir para tudo, menos para jogo de futebol. Talvez, quem sabe, aproveitem em alguns dias do mês para fazer show porque vão ser arenas; mas, fora isso, esses quatro estádios para mim são micos.

 

Faltou planejamento ou execução?

Eu acho que faltaram várias coisas. Faltou principalmente o governo, lá atrás, quando aceitou a Copa do Mundo, reconhecer que o Brasil tem muitos problemas para resolver, principalmente na saúde e na educação. O governo não poderia ter aceito algumas imposições da Fifa em relação, por exemplo, aos estádios e à Lei da Copa. O Brasil estava com vontade de sediar a Copa do Mundo e, para isso, em outras palavras, abriu as pernas. E o povo brasileiro, depois de 2014, vai pagar por isso.

Leia também: Sete gargalos para resolver antes da Copa do Mundo de 2014

O senhor acha que ainda virão à tona casos de corrupção envolvendo as obras da Copa? 

Isso aí eu não acho, eu tenho certeza. Muitas coisas erradas aparecerão. Muitas dessas obras, talvez 80% de todas que se referem à Copa do Mundo, estão atrasadas justamente para entrar naquele momento de obra de emergência, em que algumas não precisam de licitação e em outras a licitação não é como teria de ser. Esse é o momento de as pessoas roubarem. E muito.

Sendo tão crítico, o senhor pretende participar dos eventos ligados à Copa? 

Eu só vou onde me convidam. Se não me convidam, eu não vou.

E se convidarem?

Dependendo de quem convida e para onde é, vai ser um prazer poder participar.

O que o senhor achou da escolha de Luiz Felipe Scolari para dirigir a seleção? 

No momento, é a melhor escolha que o Brasil poderia ter, principalmente porque ele vai estar junto do Carlos Alberto Parreira. São os dois últimos campeões do mundo com a seleção, treinadores que convocam sempre aqueles que eles entendem que são os melhores. Com certeza, o povo brasileiro – tanto os jogadores quanto o torcedor e a imprensa – tem um grande carinho e respeito por eles dois, principalmente pelo que eles fizeram nesses dois últimos títulos para o Brasil. Tenho certeza de que agora o Brasil tem muitas chances de melhorar bastante o seu nível de jogo.

O senhor ainda tem problemas com Felipão por causa da não-convocação na Copa de 2002? 

Não. Eu já estive com o ele duas vezes depois da Copa de 2002. A última foi no ano passado, em Fortaleza, e a gente conversou. Não tenho nada contra o Felipão. É claro que gostaria muito de ter participado daquele título, mas a vida é assim: nem sempre tudo o que a gente quer a gente consegue. As coisas já foram conversadas e eu desejo a ele muito boa sorte.

A imprensa, principalmente na Europa, especula se Lionel Messi pode ser comparado a Pelé. Mas ele já superou Romário? 

Com certeza ele ainda tem que passar por mim, pelo Ronaldo, e depois ele começa a pensar em Maradona e Pelé.

Mas o senhor vê esse potencial nele? 

Ele ainda tem tempo. A partir do momento em que começar a conquistar títulos com a camisa da seleção argentina, principalmente o da Copa do Mundo, ele pode com certeza ser colocado entre os cinco maiores jogadores de todos os tempos.

Por enquanto, as comparações são um exagero? 

O que ele vem fazendo com a camisa do Barcelona está bastante acima da média. Ele está fazendo o que ninguém conseguiu fazer. Mas, na minha opinião, o jogador precisa fazer não só no seu time, mas também na seleção, para ser completo. Não que ele não faça. Mas um título mundial é muito importante para o jogador ser considerado do nível de Maradona e Pelé. Tem que ter um título mundial.

 

LEIAM TAMBÉM:

Romário bota para quebrar: “Na Copa 2014, a corrupção vai correr solta. Como deputado, vou acompanhar e escancarar a bandalha”

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Patrulharam e patrulham Romário, mas ele é um deputado exemplar. Deixem o Baixinho trabalhar!

18/11/2012

às 20:14 \ Disseram

A grande preocupação de Neymar

“Estou com o cabelo um pouco mais normal.”

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31/10/2012

às 16:00 \ Política & Cia

Para eles, a Copa de 2014 já começou

Renata e o tatu-bola: a mascote saiu de uma agência paulistana (Foto: Fernando Moraes)

Renata e o tatu-bola: a mascote saiu de uma agência paulistana (Foto: Fernando Moraes)

Reportagem de Nathalia Zaccaro, publicada na revista VEJA São Paulo

O time de profissionais que já vestiu as chuteiras para o mundial

Os preparativos para entrar no clima da Copa do Mundo de 2014 não devem levar mais que trinta minutos para a grande maioria dos paulistanos: vestir o uniforme da seleção, estourar uma porção de pipocas e sintonizar a televisão no jogo do Brasil. Daí para a frente é só torcer pelo time de Neymar e companhia.

Apesar dos cerca de vinte meses que nos separam da primeira partida do torneio, que acontecerá no dia 12 de junho no novo estádio do Corinthians, ainda sem nome oficial e mais conhecido pelo apelido de Itaquerão, alguns profissionais da cidade já se encontram totalmente envolvidos com a competição.

Parte desse time está concentrada atualmente num prédio do bairro do Itaim, na Zona Sul, onde funciona provisoriamente a sede do comitê paulista de organização do evento. Ligado ao governo do Estado, o órgão deve se mudar nas próximas semanas para um imóvel no centro.

O artesão Mourão e suas criações: coleção dedicada ao futebol (Foto: Rodrigo Paiva / RPCi)

O artesão Mourão e suas criações: coleção dedicada ao futebol (Foto: Rodrigo Paiva / RPCi)

Uma das principais atribuições de seus treze profissionais é ajudar a tirar do papel grandes obras de infraestrutura. “Minha rotina consiste em pensar em soluções de transporte e segurança, além de outros detalhes importantes”, conta a coordenadora executiva Raquel Verdenacci. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

01/08/2012

às 13:00 \ Tema Livre

Fotos das Olimpíadas de Londres: cenas que você não está vendo pela TV

Treino de nado sincronizado no Centro Aquático do Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Paulo Vitale)

Treino de nado sincronizado no Centro Aquático do Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Paulo Vitale)

Os fotógrafos Antonio Milena e Paulo Vitale, de VEJA, estão em Londres para acompanhar os Jogos Olímpicos. Nesta galeria, eles mostram um olhar diferente sobre o evento. Confira as imagens exclusivas, publicadas pelo site de VEJA.

Atleta do vôlei de praia, em Horse Guards Parade (Foto: Antonio Milena / Milenar)

Atleta do vôlei de praia, em Horse Guards Parade (Foto: Antonio Milena / Milenar)

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Soldados na arquibancada do vôlei de praia (Foto: Antonio Milena / Milenar)

Soldados na arquibancada do vôlei de praia (Foto: Antonio Milena / Milenar)

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Treino de saltos ornamentais no Centro Aquático do Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Antonio Milena / Milenar)

Treino de saltos ornamentais no Centro Aquático do Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Antonio Milena / Milenar)

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Treino de nado sincronizado no Centro Aquático do Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Paulo Vitale)

Treino de nado sincronizado no Centro Aquático do Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Paulo Vitale)

Cheerleader no vôlei de praia, em Horse Guards Parade (Foto: Antonio Milena / Milenar)

Cheerleader no vôlei de praia, em Horse Guards Parade (Foto: Antonio Milena / Milenar)

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Cena da festa de abertura, no Estádio Olímpico (Foto: Paulo Vitale)

Cena da festa de abertura, no Estádio Olímpico (Foto: Paulo Vitale)

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Cena da festa de abertura, no Estádio Olímpico (Foto: Paulo Vitale)

Cena da festa de abertura, no Estádio Olímpico (Foto: Paulo Vitale)

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Cena da festa de abertura, no Estádio Olímpico (Foto: Paulo Vitale)

Cena da festa de abertura, no Estádio Olímpico (Foto: Paulo Vitale)

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Funcionário prepara o gramado para o jogo da seleção em Cardiff, País de Gales (Foto: Antonio Milena / Milenar)

Funcionário prepara o gramado para o jogo da seleção em Cardiff, País de Gales (Foto: Antonio Milena / Milenar)

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Treino de saltos ornamentais no Centro Aquático do Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Antonio Milena / Milenar)

Treino de saltos ornamentais no Centro Aquático do Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Antonio Milena / Milenar)

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O nadador brasileiro César Cielo em treino no Centro Aquático (Foto: Antonio Milena / Milenar)

O nadador brasileiro César Cielo em treino no Centro Aquático (Foto: Antonio Milena / Milenar)

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O Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Antonio Milena / Milenar)

O Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Antonio Milena / Milenar)

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Treino de saltos ornamentais no Centro Aquático do Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Antonio Milena / Milenar)

Treino de saltos ornamentais no Centro Aquático do Parque Olímpico de Londres 2012 (Foto: Antonio Milena / Milenar)

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Funcionário limpa o rio artificial da canoagem, em Lee Valley (Foto: Antonio Milena / Milenar)

Funcionário limpa o rio artificial da canoagem, em Lee Valley (Foto: Antonio Milena / Milenar)

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Visitantes curiosos tentam ver atletas na Vila Olímpica - Antonio Milena/Milenar

Visitantes curiosos tentam ver atletas na Vila Olímpica (Foto: Antonio Milena / Milenar)

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15/04/2012

às 20:02 \ Disseram

Pelé, em brincadeira com fundo de verdade

“O Brasil nunca ganhou um ouro olímpico porque nunca joguei.”

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09/10/2011

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