sexta-feira, 5 de agosto de 2011
6:34 \ Cultura
E-books lá e aqui
Enquanto nos EUA, os e-books já desbancam os livros impressos em alguns segmentos, por aqui a coisa ainda não deslanchou. Um exemplo: 1822, de Laurentino Gomes, é o e-book de autor nacional mais vendido pela Amazon. Um sucesso nunca visto que, no entanto, não passou de 1 500 exemplares. Algo como metade de uma tiragem inicial de um livro no Brasil.


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6 Comentários
Alessandro
-05/08/2011 às 16:36
@Márcio Alcântara,
Claro que sim! E o autor iria viver de brisas?
Alessandro
-05/08/2011 às 16:33
Talvez o preço e o DRM expliquem o fenômeno. Comprar e-book brasileiro é caro e complicado para quem está fora do Brasil.
PEDRO BH/MG
-05/08/2011 às 14:06
A Constituição Federal garante imunidade tributária sobre jornais e livros. Lógico, em 1988 não existia essa tecnologia. Não era hora de conceder imunidade tribatária para os leitores de livros e tablets? O modo como consumimos informação mudou e temos que ampliar a imunidade para esses instrumentos. Somente assim, com a redução tributária e a redução do preço, esses meios de consumir livros e informação irá pegar no Brasil.
Márcio Alcântara
-05/08/2011 às 12:55
E-book, no Brasil, só deslancharia se fosse gratuíto.
Luís Felipe Nunes Borduam
-05/08/2011 às 12:51
Um dia ainda vou entender porque só importamos os maus hábitos!
eduardo
-05/08/2011 às 12:51
basta comparar os preços entre as versões impressas e eletrônicas para saber o motivo, e isso sem falar no preço dos e-readers.