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Steiner, Bloom e Candido: três mestres da crítica

O francês George Steiner, o americano Harold Bloom e o brasileiro Antonio Candido demonstram que o leitor comum pode aprender muito com a crítica literária

Por Da Redação - Atualizado em 18 abr 2018, 18h15 - Publicado em 18 abr 2018, 17h20

No ‘Clube do Livro’, Jeronimo Teixeira conversa com o filósofo Eduardo Wolf sobre três grandes críticos literários: o francês George Steiner – que tem duas obras fundamentais, Nenhuma Paixão Desperdiçada e Lições dos Mestres, relançadas no Brasil -, o americano Harold Bloom – autor de O Cânone Ocidental – e Antonio Candido, maior crítico brasileiro do século XX, morto no ano passado, autor de Formação da Literatura Brasileira.

Inspirado pelo relançamento das obras de um dos maiores críticos literários da segunda metade do século 21, George Steiner, Eduardo Wolf comenta a importância dessa profissão. Para ele, os críticos literários escrevem para esclarecer as obras, para que o leitor – e eles mesmos se colocam no lugar de leitor – saiba mais a respeito e tenha uma maior compreensão das obras. “Eles escrevem para que os leitores consigam ter mais prazer com as obras, antes de que qualquer questão de natureza teórica ou filosófica se ponha.”, declara o filósofo.

Qual é a importância de um crítico literário?

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