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O vício em tecnologias nos deixou inertes diante do mundo real

O 'Irresistível' mostra como as tecnologias se tornaram entorpecentes. Drogas que fazem com que os usuários reclamem, mas esqueçam do assunto logo depois.

Por Filipe Vilicic - Atualizado em 21 maio 2018, 12h17 - Publicado em 23 abr 2018, 18h30

No programa semanal A Origem dos Bytes (todas as segundas em TVEJA), o editor Filipe Vilicic explica como Facebook, Twitter, iPhones, tablets e afins transformaram os seres humanos em bobalhões passivos diante de um mundo cada vez mais caótico. Drogas digitais que, por trás de alguns benéficos baratos que dão, transformam muitos em avatares reféns de ilusões virtuais, e desatentos aos problemas do mundo real.

É exemplar o caso da hashtag #mariellepresente. Depois da comoção em torno do assassinato da vereadora Marielle Franco, o povo da internet parece ter rapidamente se esquecido dos protestos e logo transferiu a atenção para outros trending topics, que se sobrepõem rapidamente. No fim – como revela um dos dados assustadores compilados no livro “Irresistível” (Objetiva), do psicólogo Adam Alter, pessoas que se viciaram nas redes sociais não conseguem mais focar em um assunto por meros segundos e, por isso, acabam por surfar apenas superficialmente por um mundaréu de informações.

Quais são os riscos desse novo comportamento? Viramos drogados virtuais? Confira no vídeo. Para acompanhar o blog e o programa semanal A Origem dos Bytes, siga no Twitter, no Facebook e no Instagram.

 

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