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Fortnite: jogo conquistou a cabeça de crianças e adolescentes. E faz mal?

O game de tiro, multiplayer, já tem 45 milhões de adeptos. Pais têm se preocupado: será que os filhos se prejudicam com a jogatina?

Por Filipe Vilicic - Atualizado em 21 maio 2018, 22h22 - Publicado em 21 maio 2018, 19h02

VEJA desta semana conta com uma reportagem que se debruça sobre o fenômeno Fortnite. O jogo, gratuito, e para computador, celulares, tablets e consoles de videogame (Xbox e Playstation), tem características que podem torná-lo viciante. A violência também corre solta: o objetivo é ser o último sobrevivente em uma batalha que envolve até outros 100 concorrentes.

Mas será que tem tantos motivos para se preocupar, caso seja um pai com filhos adeptos do passatempo, ou um adulto que gosta de dedicar umas horas a Fortnite? O editor Filipe Vilicic, à frente do programa semanal A Origem dos Bytes, testou e avaliou o game. Confira no vídeo.

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