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Adianta proibir YouTube ou Facebook pros filhos?

'A Origem dos Bytes' discute se é eficaz censurar a vida digital de crianças e adolescentes. Na prática, pode até prejudicar mais

Por Filipe Vilicic - Atualizado em 21 maio 2018, 12h14 - Publicado em 14 maio 2018, 19h25

Hoje, sete em cada dez jovens de 13 a 17 anos jogam videogames. Oito em dez acessam redes sociais com frequência. E sete em dez têm um smartphone. Ou seja, é inevitável, a juventude está ultraconectada. O perigo é o hábito virar vício, o que acaba por prejudicar filhos e pais.

Mas adianta simplesmente proibir para os filhos vídeos do YouTube, o acesso a Facebook, Instagram ou Twitter, além de games e outros apps e sites? No programa semanal A Origem dos Bytes (todas as segundas em TVEJA), o editor Filipe Vilicic, também titular de blog homônimo e autor do livro O Clique de 1 Bilhão de Dólares (justamente sobre como surgiu, e fez sucesso com os jovens, o Instagram), discute se reprimir dá certo.

Caso tenha ideias de temas, debates e entrevistados para o ‘A Origem dos Bytes’, envie-as por meio da seção de comentários abaixo ou pelo contato pelos perfis públicos de Filipe Vilicic nas redes sociais (Twitter, Facebook e Instagram).

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