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Cerco à internet derruba 93% da rede egípcia

Quatro principais empresas de internet cortaram acesso de forma simultânea

Por Da Redação
28 jan 2011, 21h39

Pelo segundo dia consecutivo, o governo egípcio manteve suspenso o uso da internet no país na tentativa de bloquear a comunicação entre os manifestantes que há quadro dias pedem a saída do ditador Hosni Mubarak. Nos primeiros dias de revolta, os protestos foram organizados e divulgados nas redes sociais Facebook e Twitter.

O apagão eletrônico aconteceu na noite de quinta-feira. Estima-se que 93% das redes de web no país estejam inacessíveis. Segundo informações divulgadas pela empresa de monitoramento Renesys Internet, a ação não tem precedentes no país.

O gráfico abaixo, da Arbor Networks, empresa especializada em segurança digital, mostra o tráfego de dados no país e a brusca interrupção ocorrida na quinta. Além da internet, também foram bloquados recursos da telefonia móvel, como as mensagens de texto (SMS).

Tráfego de dados no Egito mostra cerco virtual
Tráfego de dados no Egito mostra cerco virtual (VEJA)
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Para o bloqueio no Egito, bastou que as quatro principais empresas de internet no país cortassem o acesso de forma simultânea. Praticamente todos os endereços no país ficaram inacessíveis. Segundo especialistas consultados pelo The Wall Street Journal, este tipo de cerco virtual seria impossível nos Estados Unidos, pela grande variedade de provedores.

Conflito – Inspirados no movimento popular que derrubou o ditador da Tunísia Zine El Abidine Ben Ali, os manifestantes egípcios pedem a deposição do presidente Hosni Mubarak, que está no poder desde 1981. Nesta sexta, Mubarak foi à TV e anunciou a reforma de seu gabinete. Pelo menos 26 pessoas morreram em confrontos com as forças de repressão por todo o país.

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