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Mais de 11,5 bilhões de doses de vacinas da Covid-19 foram aplicadas

O número se refere ao que foi aplicado em cerca de 184 países; no Brasil, 381.833.641 doses já foram aplicadas

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 jan 2021, 14h21 | Atualizado em 5 jun 2026, 17h23
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Mais de 11,5 bilhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já foram administradas em pessoas de pelo menos 184 países, segundo um levantamento realizado pela Bloomberg. O desafio é ampliar ainda mais rapidamente, já que, para a imunização, algumas vacinas requerem a aplicação de mais de uma dose. No Brasil, o número de unidades aplicadas é de 426.574.607.

Leia mais em: https://veja.abril.com.br/saude/covid-19-mais-de-846-milhoes-de-brasileiros-ja-tomaram-dose-de-reforco/

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A China é o país com mais doses aplicadas. Até o momento, são 3,32 bilhões de vacinas administradas no gigante asiático – ao todo, 88,2% da população do país está imunizada com duas doses. No fim de junho de 2021, a Índia assumiu a segunda colocação no ranking de unidades totais aplicadas. Atualmente, o número é de 1,87 bilhão de doses, o equivalente a 62,8% dos habitantes protegidos.

Já nos Estados Unidos, a vacinação começou em 14 de dezembro de 2020 e até agora foram aplicadas 571,7 milhões de doses. Isso foi suficiente para imunizar com duas injeções 65,4% dos norte-americanos.

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Também se destacam no mapa os Emirados Árabes Unidos (104% dos habitantes vacinados), Portugal, com 91,3%, a  Coreia do Sul, com 86%, Espanha, que aplicou duas doses (ou a dose única) em 85,6% dos adultos, a França, que já inoculou 80,6% das pessoas, a Itália, que tem 80,3% da população totalmente protegida, a Bélgica (79,3%) e o Reino Unido (74%), primeiro país do Ocidente a vacinar.

Na América Latina, o Chile é a nação melhor colocada em relação à proporção de doses de vacina aplicadas e sua população, com 89,6% dos chilenos totalmente protegidos com as duas injeções. Na sequência aparece Cuba, com 87,7%, a Argentina, com 81,9%, o Uruguai, com 81% e o Equador, com 79,1,6% da população imunizada.

Vacina da Covid

Os EUA apostam nos antígenos da Pfizer/BioNTech e da Moderna. Ambas as vacinas requerem duas aplicações com intervalo de semanas. Posteriormente, o país autorizou o uso da vacina da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson — o antígeno promove a imunização em dose única.

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Autorizadas para o uso nos Estados Unidos, Europa e Oriente Médio, as vacinas da Pfizer-BioNTech e a da Moderna conseguiram reduzir as infecções por coronavírus em 95% em testes de dezenas de milhares de voluntários.

Imunização

Um fármaco da AstraZeneca e da Universidade de Oxford recebeu sua primeira grande autorização, pelo Reino Unido, em 30 de dezembro. A China também liberou a vacina CoronaVac para uso geral.

No Brasil, ambos os imunizantes foram autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial. A primeira dose no país foi aplicada em São Paulo em 17 de janeiro. Outros 17 estados começaram a imunização com a CoronaVac em 18 de janeiro e os demais, no dia 19 daquele mês. Em 23 de janeiro, o Brasil iniciou a vacinação com a vacina de Oxford, que exatamente um mês depois teve o registro definitivo aprovado pela Anvisa. Em abril, o país passou a utilizar também o fármaco da Pfizer, e, no fim de junho, o da Janssen.

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China e Rússia autorizaram seus próprios antígenos em julho e agosto, antes de serem totalmente testados. Desde então, os países administraram milhões de doses, embora forneçam atualizações menos frequentes sobre seu progresso.

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