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8,18 bilhões de doses de vacinas para Covid-19 já foram administradas

O número se refere ao que foi aplicado em cerca de 184 países; no Brasil, 314.581.938 doses já foram aplicadas

Por Da Redação Atualizado em 6 dez 2021, 07h59 - Publicado em 2 jan 2021, 14h21

Mais de 8,18 bilhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já foram administradas em pessoas de pelo menos 184 países, segundo um levantamento realizado pela Bloomberg. O desafio é ampliar ainda mais rapidamente, já que, para a imunização, algumas vacinas requerem a aplicação de mais de uma dose. No Brasil, o número de unidades aplicadas é de 314.581.938.

A China é o país com mais doses aplicadas. Até o momento, são 2,54 bilhões de vacinas administradas no gigante asiático, o suficiente para imunizar totalmente 79,3% da população. No fim de junho, a Índia assumiu a segunda colocação no ranking de unidades totais aplicadas. Atualmente, o número é de 1,27 bilhão de doses, o equivalente a 34,7% dos habitantes protegidos.

Já nos Estados Unidos, a vacinação começou em 14 de dezembro passado e até agora foram aplicadas 462,2 milhões de doses. Isso foi suficiente para imunizar completamente 59,4% dos norte-americanos.

Também se destacam no mapa Portugal, com 86,9% dos habitantes vacinados, a Espanha, que aplicou duas doses (ou a dose única) em 81% dos adultos, a França, que já inoculou 78,6% das pessoas, e a Itália, que tem 74,8% da população totalmente protegida. Os Emirados Árabes Unidos (82,2%), a Bélgica (76%) e o Reino Unido (69,7%) também aparecem bem colocados.

Na América do Sul, o Chile superou o Uruguai e se tornou a nação melhor colocada em relação à proporção de doses de vacina aplicadas e sua população, com 84,9% dos chilenos totalmente protegidos com as duas injeções. O Uruguai agora marca 75,6% da população imunizada.

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Vacina da Covid

Os EUA apostam nos antígenos da Pfizer/BioNTech e da Moderna. Ambas as vacinas requerem duas aplicações com intervalo de semanas. Posteriormente, o país autorizou o uso da vacina da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson — o antígeno promove a imunização em dose única.

Autorizadas para o uso nos Estados Unidos, Europa e Oriente Médio, as vacinas da Pfizer-BioNTech e a da Moderna conseguiram reduzir as infecções por coronavírus em 95% em testes de dezenas de milhares de voluntários.

Imunização

Um fármaco da AstraZeneca e da Universidade de Oxford recebeu sua primeira grande autorização, pelo Reino Unido, em 30 de dezembro. A China também liberou a vacina CoronaVac para uso geral.

No Brasil, ambos os imunizantes foram autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial. A primeira dose no país foi aplicada em São Paulo em 17 de janeiro. Outros 17 estados começaram a imunização com a CoronaVac em 18 de janeiro e os demais, no dia 19 daquele mês. Em 23 de janeiro, o Brasil iniciou a vacinação com a vacina de Oxford, que exatamente um mês depois teve o registro definitivo aprovado pela Anvisa. Em abril, o país passou a utilizar também o fármaco da Pfizer, e, no fim de junho, o da Janssen.

China e Rússia autorizaram seus próprios antígenos em julho e agosto, antes de serem totalmente testados. Desde então, os países administraram milhões de doses, embora forneçam atualizações menos frequentes sobre seu progresso.

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