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Seis estratégias para perder barriga

Não existe fórmula mágica: associar dieta e atividade física é a maneira mais eficiente de eliminar medidas no abdômen

Por Patricia Orlando
Atualizado em 5 jun 2024, 11h14 - Publicado em 20 fev 2015, 13h38

Está descontente com a sua barriga? A genética pode não ser favorável, mas apostar em dieta saudável e exercícios físicos ajuda a eliminar o problema.

A gordura se acumula na região abdominal de duas maneiras: na camada subcutânea ou na visceral. Na região subcutânea, isto é, logo abaixo da pele, a gordura não causa prejuízos à saúde – por formar os culotes, por exemplo, seu efeito é somente estético. Esse tipo de gordura é mais difícil de eliminar porque tem o metabolismo lento, isto é, demora para responder aos estímulos do organismo.

Já a gordura na camada visceral se fixa no interior da cavidade abdominal e está em constante atividade metabólica. “Essa gordura aumenta as taxas de ácido graxo no organismo e eleva o risco de doenças como o diabetes”, diz Henrique Suplicy, endocrinologista e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Em mulheres, a gordura visceral oferece perigo quando a circunferência abdominal é maior que 88 centímetros; em homens, o limite é 102 centímetros.

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Dieta – Para se livrar dos dois tipos de gordura, não existe fórmula milagrosa. A estratégia é aliar dieta à prática de atividade física. Na alimentação, deve-se ingerir menos calorias e evitar alimentos como fritura, carne vermelha, refrigerante, doce e embutido. Já o exercício precisa ser feito pelo menos três vezes por semana – e com moderação. “Quando a atividade é realizada em duração prolongada e intensidade baixa ou moderada, o corpo prioriza a gordura como fonte energética”, diz Rodrigo Minoru, biomédico e professor do Centro de Metabolismo em Exercício Físico e Nutrição da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Treinos curtos e intensos, intercalados com um programa de fortalecimento muscular, são mais eficientes para emagrecer do que treinos longos e extenuantes.

Fontes: Henrique Suplicy, endocrinologista e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM); Rodrigo Minoru, biomédico e professor do Centro de Metabolismo em Exercício Físico e Nutrição da Universidade Estadual Paulista (Unesp); Izidoro Flumignan, endocrinologista do centro de tratamento da obesidade do hospital Quinta d’Orla, no Rio de Janeiro; Carla Cotta, nutricionista do Equilibrium SPA da Mente, no Rio de Janeiro.

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