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O ranking da cafeína: os principais redutos do estimulante, de café a refrigerante

O café voltou a estampar as manchetes com boas e más notícias, mas a cafeína também dá as caras em chás, chocolates, energéticos e até chimarrão

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 jun 2025, 18h06 • Atualizado em 4 jun 2025, 18h06
  • O café voltou a ocupar o noticiário depois do alvoroço pelo preço nas alturas. Primeiro em maus lençóis, com denúncias de produtos fake nos mercados nacionais – três marcas chegaram a ser notificadas como impróprias para consumo pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

    Depois em maior prestígio, protagonizando um estudo americano que associou o consumo rotineiro a um envelhecimento mais saudável. A pesquisa, baseada em dados de 47 000 mulheres acompanhadas desde a década de 1970, evidencia que aquelas que consumiam a bebida regularmente (até sete xícaras pequenas por dia) corriam um menor risco de encarar doenças crônicas.

    Embora seja uma análise observacional, que não prova relação de causa e efeito, ela corrobora achados anteriores que ligam a ingestão regular e não excessiva de café e cafeína a um melhor padrão de saúde. De fato, a cafeína é a mais estudada e prestigiada substância do grão, muito embora ele tenha outros compostos considerados bem-vindos ao organismo.

    O ponto é que ela é um estimulante cujos efeitos psicoativos dependem da dose. E quem exagera nas xícaras pode sofrer com reações adversas que vão de dificuldade para dormir a palpitações no peito.

    “Hoje, o limite para adultos saudáveis recomendado pelas autoridades de segurança alimentar americanas e europeias é de 400 miligramas de cafeína por dia”, explica a nutricionista Mariana Del Bosco, colunista de VEJA SAÚDE. 

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    Mas esse é um teto, ou seja, não é aconselhável se encharcar de café e outras fontes de cafeína na rotina. É o consumo moderado – algo como de 3 a 4 xícaras pequenas por dia – que vem sendo relacionado a ganhos à saúde, incluindo a prevenção de doenças cardiovasculares. 

    A questão é que a cafeína não dá as caras só no café. Aparece em chás, chocolates, bebidas energéticas e até no chimarrão. A depender dos hábitos, há quem realmente peque pelo excesso.

    “E o exagero pode deflagrar ansiedade, aumentar a pressão arterial e a frequência cardíaca, causar problemas gástricos… E até atrapalhar a formação e manutenção da massa óssea”, diz Del Bosco.

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    Conhecer os níveis da substância nos produtos no mercado nos ajuda, portanto, a não errar a mão na dose, evitando as consequências indesejáveis do consumo abusivo.

    Pesquisadores ligados à Universidade de São Paulo (USP) e à Universidade de Brasília (UnB) elaboraram uma tabela brasileira de teores de cafeína. Vale a pena espiá-la para aproveitar apenas o lado bom de café e companhia.

    Alimento Porção habitual Cafeína (mg)
    Café coado (arábica) 150 ml 45 mg
    Café em cápsula 6 g 64 mg
    Expresso 40 ml 112 mg
    Café instantâneo solúvel diluído 150 ml 54  mg
    Café descafeinado em cápsula 6g 0 mg
    Café descafeinado coado 150 ml 3 mg
    Café tipo capuccino 150 ml 48 mg
    Café coado com leite – pingado (20% café e 80% leite) 200 ml 12 mg
    Chá preto (infusão) 200 ml 36 mg
    Chá verde (infusão) 200 ml 40 mg
    Chá mate (infusão) 200 ml 10 mg
    Ice Tea (chá mate gelado) 300 ml 18 mg
    Chimarrão 350 ml 91  mg
    Refrigerante de cola 350 ml 40 mg
    Refrigerante de guaraná 350 ml 4 mg
    Chocolate quente 200 ml 5 mg
    Chocolate amargo 45 g 51 mg
    Chocolate ao leite 45 g 9 mg
    Bebida energética 250 ml 75 mg
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