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Leitores: Lula, FHC e Luan Santana

As mensagens enviadas na última semana

Por Da Redação Atualizado em 25 out 2019, 10h31 - Publicado em 25 out 2019, 07h00

Assuntos mais comentados

  • Lula (reportagem de capa)
  • FHC
  • Bolsonaro
  • Conversa (juíza Mirela Erbisti)
  • Radar

LULA

Parece inacreditável que, mesmo depois de todos os bilionários malfeitos que o cleptopetismo causou ao país, o condenado Lula continue sendo uma ameaça constante ao futuro político. Até quando? Pobre Brasil (“Uma ameaça no ar”, 23 de outubro)…
J.S. Decol
São Paulo, SP

Para o bem geral do país, Lula deveria ser esquecido.
Júlio César M. Cardoso
Balneário Camboriú, SC


FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

FHC foi um dos últimos líderes sérios do Brasil — eis o que se percebe dezessete anos depois do fim de sua Presidência (“É uma pessoa tosca”, entrevista com Fernando Henrique Cardoso, 23 de outubro).
João Pedro Caputo
Brasília, DF (via Instagram)

Que fase, Bolsonaro. Criticado por aliados, criticado pela oposição, criticado por líderes de outras nações, criticado por líderes do passado. Não está fácil.
Douglas Santos
Caruaru, PE (via Instagram)

Na época de FHC, Bolsonaro não tinha importância. Hoje, FHC não tem importância. São as voltas que o mundo dá.
Elisonia Lopes Machado
São Paulo, SP (via Facebook)

A publicação do quarto e último volume da tetralogia Diários da Presidência, relativo aos anos 2001-2002, de Fernando Henrique Cardoso, consagra o conjunto dessa obra como referência de pesquisa para historiadores, sociólogos e cientistas políticos, além de constituir inegável documento de interesse público. Os textos revelam um intelectual humanista, capaz de perceber e analisar contextos sociais e políticos com embasamento teórico, e preocupado com projetos de longo prazo para o país. É um privilégio para o Brasil que um ex-­presidente tenha percebido a importância de deixar para as atuais e futuras gerações tão consistente legado histórico (“FHC, os anos finais”, 23 de outubro).
José Roberto Sales
Presidente da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências
Varginha, MG

Lendo a entrevista de FHC, pensei: tivemos um presidente da estatura de FHC e, depois, Lula, Dilma e o atual, cuja única virtude foi denunciar a maior corrupção e roubalheira que já houve no Brasil. Que decadência.
Fábio Nassif Hussni
São Paulo, SP

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FHC poderia ter saído do governo como um dos grandes estadistas do Brasil, mas preferiu “inventar” uma reeleição desnecessária.
Antonio Sydney Cocco
Santos, SP

HABEAS-CORPUS – A atriz Taís Araújo: advogada de políticos e empresários corruptos na nova novela das 9 da Globo, ‘Amor de Mãe’ João Cotta/TV Globo

“É a arte imitando a vida.” (“Me defende”, Radar, 23 de outubro)

Vera Klein, Santa Rosa, RS (via Facebook)

VIAGENS DE BOLSONARO

É louvável essa agenda da viagem do presidente Bolsonaro ao Japão, China e países do Golfo Arábico a partir de 22 de outubro. São nações que têm muitos dólares para investir no Brasil. Quiçá prevaleça o pragmatismo do capitão. Graças a Deus os filhos ficaram por aqui, meio caminho andado para o sucesso dessa relevante empreitada (“Siga o dinheiro”, 23 de outubro).
Marcos A.L. Santana
Goiânia, GO


CONVERSA

Não acho nada coerente com o cargo da entrevistada essa exposição de fotos. Parece que virou moda. Juízes tornaram-se reféns da vaidade (“Togada e tatuada”, Conversa com a juíza Mirela Erbisti, 23 de outubro).
Valeria Lima
São Paulo, SP (via Instagram)

A juíza Mirela Erbisti lembra uma daqueles participantes de reality show. Desnecessário.
Helena Dilsa
São Paulo, SP (via Instagram)


IRMÃ DULCE

Em um período de extremo desgaste da Igreja, no qual falta um dos mais importantes ensinamentos do Evangelho, a reconciliação, e sem a Pastoral da Conciliação, seus fiéis que vivem em picuinhas, desunidos, comungam o Cristo para a própria condenação ou se dispersam. A canonização da irmã Dulce (“Menos fiéis, mais santos”, 16 de outubro), que trabalhou o tempo todo acolhendo enfermos, pobres e deficientes mentais, vem relembrar os valores evangélicos. Ó Santa Dulce dos Pobres, enche de amor o coração das pessoas que trabalham na saúde, em especial das que fazem parte da Igreja. Troca a discriminação pelo acolhimento.
Rogério de Souza Pires
Umuarama, PR


LUAN SANTANA

Ao lermos a entrevista de Luan Santana a VEJA, percebemos que se trata de uma pessoa simples que ao longo da carreira vem demonstrando enorme talento sem perder a humildade de um garoto bom de 28 anos (“Namoradinho do Brasil”, 23 de outubro).
Ruvin Ber José Singal
São Paulo, SP

 

Publicado em VEJA de 30 de outubro de 2019, edição nº 2658

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