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Cinco sinais de que o Natal de 2017 será melhor

Finalmente, uma estrela de Belém no fim do túnel

– Há mais emprego no comércio
A estimativa de alta de até 10% nas vendas fez aumentar a criação de vagas temporárias — elas totalizam 115 000 em dezembro, 10% a mais em comparação com 2016.

– Aumentou a produção de papelão
Um dos indicadores econômicos para identificar tendências de crescimento, a produção de papelão ondulado foi de 300 000 toneladas em outubro, alta de quase 8,5% em relação ao ano passado.

– Subiu a importação de produtos chineses
Ela chegou a despencar 25% em 2016. Em 2017, contudo, a compra de manufaturados da China subiu 8% até novembro, com destaque para o segmento de microprocessadores, com alta de 30%.

– Há mais crédito e menos juros
As operações de crédito para pessoa física voltaram a subir em 2017, e a Selic, taxa básica de juros definida pelo Banco Central, recuou em dezembro para o seu menor patamar histórico: 7% ao ano.

– Os preços estão mais estáveis
O IPCA, principal índice que mede a inflação, atingiu, em outubro de 2017, seu nível mais baixo para o mês desde 1998. No caso dos alimentos, houve deflação. Em resumo: a ceia de Natal deve ficar menos salgada neste ano.

Publicado em VEJA de 13 de dezembro de 2017, edição nº 2560