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Suplicy, até ele, reconhece: ‘Está difícil’

Por Da Redação - 17 abr 2016, 12h28

Eduardo Suplicy foi o primeiro representante petista a chegar ao Vale do Anhangabaú, onde acontece o protesto contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff na capital paulista. Eterno defensor da presidente, o secretário dos Direitos Humanos e Cidadania do município nem tentou disfarçar seu desânimo. “Não sei, está difícil”, respondeu, sobre as chances de os deputados barrarem o prosseguimento do processo de impedimento de Dilma. Suplicy repetiu a estratégia do partido de atacar o vice-presidente Michel Temer. “Honestamente, prefiro não acreditar na hipótese de ele assumir. Com tudo o que fez, o Temer não pode assumir a presidência”. Em seguida, Suplicy foi para os braços do ainda pequeno grupo de manifestantes e (entre uma selfie e outra) vestiu a camisa sem freios: falou em golpe, garantiu que Dilma é honesta e disse que confiava numa reviravolta na Câmara dos Deputados. Vestindo camisa amarela, o ex-senador disse que retornaria ao Anhangabaú após um oportuno compromisso: ir à missa (Luiz Felipe Castro, de São Paulo)

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