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A operação da Polícia Federal contra o filho do presidente

Thomas Traumann analisa como a operação da Polícia Federal desta quarta-feira pode influenciar o atual governo

Por Da Redação - Atualizado em 18 dez 2019, 19h57 - Publicado em 18 dez 2019, 19h02

O Ministério Público do Rio de Janeiro cumpriu mandados de busca e apreensão na manhã desta quarta-feira, 18, em endereços ligados a Fabrício Queiroz, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Alerj, e a Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro.

Até agora, havia uma suspeita de que, no governo Bolsonaro, não se investigaria a família Bolsonaro. Tudo porque o presidente indicou o novo procurador-geral da República por conta própria, além de ter forçado a troca do superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, dois indícios claros de que Jair Bolsonaro tentava controlar instituições que poderiam criar problemas no caso Flávio Bolsonaro, que está cheio de indícios de corrupção.

E a operação pode atrapalhar muito o governo. Afinal, Bolsonaro foi eleito com o discurso de que iria combater a corrupção no país. E, se ele foge do caso envolvendo o atual ministro do Turismo, não tem como escapar de algo tão ligado a seu filho.

Entenda neste episódio do podcast Traumann Traduz

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