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Vulcão volta a provocar cancelamento de voos na Austrália

Maioria das empresas aéreas do país cancelou partidas e chegadas desta terça

Por Da Redação
21 jun 2011, 05h56

Milhares de passageiros se viram afetados nesta terça-feira pelo cancelamento de voos na Austrália por consequência do retorno da nuvem de cinzas do complexo vulcânico chileno Puyehue-Cordón Caulle.

A nuvem prejudicou os serviços aéreos de Adelaide, Camberra, Sydney e Melbourne, entre outras cidades australianas, e agravou o caos nos aeroportos que, segundo as previsões, deverá seguir amanhã no sul do país.

Somente os cancelamentos dos voos domésticos da companhia Virgin afetaram 120 mil passageiros, segundo a emissora ABC. Após suspender seus serviços para Adelaide e Mildura, a companhia cancelou seus voos em Camberra, Sydney e Melbourne a partir das 16h locais (3h de Brasília).

A Qantas, a principal companhia australiana, cancelou seus voos a Adelaide e posteriormente suspendeu até amanhã todos seus serviços a Sydney, Melbourne e Camberra, embora os outros voos domésticos sigam a programação normal.

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A companhia também cancelou todos seus voos internacionais programados após as 15h em Sydney, Perth e Melbourne, e desviou as chegadas internacionais a Sydney para Brisbane, no nordeste do país.

As empresas aéreas domésticas Jetstar e Tiger Airways também deixaram todos seus aviões em terra.

Por outro lado, Malaysia Airlines, Singapore Airlines, Cathay Pacific e Air New Zealand seguem operando com normalidade.

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O ministro de Transportes australiano, Anthony Albanese, justificou os cancelamentos por motivos de segurança. Segundo as autoridades meteorológicas australianas, a nuvem de cinzas afetará a cidade de Adelaide durante 24 horas, Camberra e Sydney por 36 horas e Melbourne durante 48 horas.

Na Nova Zelândia, a companhia aérea Air New Zealand opera com normalidade, já que a nuvem de cinzas vulcânicas não afeta o espaço aéreo desse país.

Na semana passada, a nuvem de cinzas provocou o cancelamento de cerca de 700 voos na Austrália e na Nova Zelândia e afetou milhares de passageiros.

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(com Agência EFE)

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