Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Número de mortos em deslizamento nos EUA sobe para 24

Terra e lama soterraram 49 imóveis no estado de Washington. Equipes de resgate correm contra o tempo em busca de mais de cem desaparecidos

Por Da Redação
26 mar 2014, 05h27

Subiu para 24 o número de mortos no deslizamento de terra ocorrido no último sábado, na zona rural do estado de Washington, depois que as equipes de resgate encontraram dez novos corpos nesta terça-feira. Os socorristas continuam trabalhando contra o tempo no local, em busca de mais de cem pessoas que estão desaparecidas.

O deslizamento em uma região rural perto da cidade de Oso, ao norte de Seattle, atingiu uma área de 2,5 quilômetros quadrados e foi provocado pelo acúmulo de água no solo após as fortes chuvas que atingiram o local no mês passado. A terra e a lama soterraram 49 imóveis de um pequeno povoado onde vivem cerca de 200 pessoas. O acidente ocorreu na manhã de sábado, quando a maioria dos moradores estava em casa.

Resgate – O presidente Barack Obama assinou na terça uma declaração de emergência para acelerar a resposta ao acidente, mas no local do deslizamento o abatimento já começa a tomar conta das equipes de resgate e dos familiares dos desaparecidos – segundo a Defesa Civil, 176 pessoas podem estar soterradas. Chefe dos bombeiros, Travis Hots se disse decepcionado por não ter encontrado “nenhum sinal de vida” em quatro dias de buscas intensas e ofereceu condolências aos que perderam familiares na tragédia. A instabilidade do terreno e a ameaça de novas chuvas complicam ainda mais os trabalhos de resgate.

Apesar das perspectivas ruins, o responsável pelo departamento de Defesa Civil do condado, John Pennington, tentou mostrar otimismo. “Já disse isto antes, eu acredito em milagres. Acredito que as pessoas sobrevivam a incidentes como este”, afirmou, insistindo que o fato de haver 176 desaparecidos não quer dizer que todos eles tenham morrido.

Continua após a publicidade

Responsabilidades – As autoridades americanas consideram que as fortes chuvas e a geologia da região provocaram o acidente e Pennington classificou o deslizamento como “completamente imprevisível”. Especialistas consultados pela imprensa local, no entanto, acreditam que um trabalho de prevenção e o uso de materiais de melhor qualidade nos imóveis poderiam ter minimizado a catástrofe. Além disso, relatórios geológicos aos quais o jornal Seattle Times teve acesso advertiam que a área estava em perigo.

(Com agência EFE)

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou

Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.