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No G20, EUA e Europa pressionam Rússia sobre Ucrânia

Obama voltou a dizer que agressão dos russos é uma ameaça ao mundo todo

Por Da Redação 15 nov 2014, 10h00

Os líderes ocidentais que participam da reunião de líderes do G20, grupo formados pelas principais economia do mundo, neste sábado, acusaram o presidente russo, Vladimir Putin, pela crise na Ucrânia, ameaçando ainda mais sanções se a Rússia não retirar as tropas e armas de nação vizinha. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a agressão russa contra a Ucrânia era uma ameaça para o mundo, enquanto o Conselho Europeu exigiu que Moscou coloque pressão sobre os rebeldes para aceitar um cessar-fogo.

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Falando nos corredores da reunião em Brisbane, Obama colocou segurança e alterações climáticas como ponto central da reunião dos líderes, ofuscando as conversações sobre como levantar o crescimento econômico global. Obama disse que os Estados Unidos estavam na vanguarda da “oposição à agressão da Rússia contra a Ucrânia, que é uma ameaça para o mundo, como vimos no terrível acidente do MH17”. A chanceler alemã Angela Merkel disse que a União Europeia considerava novas sanções financeiras contra indivíduos russos por causa da crise na Ucrânia.

“A situação atual não é satisfatória”, disse Merkel a repórteres na cúpula. “Atualmente, a lista de mais pessoas está na agenda. “O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, também na reunião do G20, disse que os ministros estrangeiros da Europa se reunirão na segunda-feira para avaliar a situação na Ucrânia e se novas medidas, incluindo sanções adicionais, serão necessárias contra a Rússia.

Um porta-voz do Kremlin disse que a crise na Ucrânia foi o único tema discutido em um encontro entre Putin e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, mas acrescentou que ambos expressaram interesse em “acabar com o confronto” e reconstruir relações. Putin também se reuniu com o presidente francês, François Hollande, e ambos concordaram em proteger os seus laços de efeitos das sanções, disse o porta-voz.

(Com agência Reuters)

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