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Maduro diz que retomará diálogo caso EUA ‘mudem atitude’

Presidente venezuelano segue com vaivém retórico sobre o 'inimigo externo'

Por Da Redação
23 jul 2013, 21h32

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta terça-feira que está disposto a ter boas relações com o governo americano, desde que Washington altere sua atitude em relação ao país. “Se eles estiverem em condições, o que eu duvido, de vir com outra atitude, retomaremos os diálogos… Convoco o governo dos Estados Unidos para modificar sua atitude imperial sobre a América Latina e o Caribe, e sua atitude de agressão permanente contra a Venezuela”, disse. “Quando se retificarem, aqui os esperaremos com nosso sorriso de sempre”.

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A declaração é feita dias depois de o herdeiro político de Hugo Chávez anunciar o fim das conversas com os Estados Unidos, em reação a indicação de Samantha Power para o cargo de embaixadora dos EUA nas Nações Unidas. Em sabatina na semana passada na Comissão de Relações Exteriores do Senado, Samantha se comprometeu a “responder à repressão à sociedade civil em países como Cuba, Irã, Rússia e Venezuela”. A indicação de Samantha foi aprovada nesta terça pela comissão. Maduro exigiu uma retratação do governo de Washington – e foi ignorado.

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No início de junho, o secretário de Estado americano, John Kerry, encontrou-se com o chanceler venezuelano, Elías Jaua. Após a reunião, os dois países anunciaram a retomada do diálogo e, a partir disso, a intenção de nomear embaixadores. Embora ainda não tenham embaixadores definidos em Washington e Caracas, as duas nações mantêm atividade consular. Os EUA compram a maior parte do petróleo venezuelano.

Snowden – A declaração de Samantha, contudo, não foi o único ponto de atrito entre Venezuela e Estados Unidos após a morte de Chávez. No início de julho, Maduro ofereceu asilo político a Edward Snowden, o ex-consultor da Agência de Segurança Nacional americana e da CIA que divulgou informações sobre programas secretos de vigilância do governo. Maduro afirmou que, em terras venezuelanas, o delator poderia viver livre da “perseguição imperial” dos EUA.

(Com agência Reuters)

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