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Imprensa estrangeira retida no hotel Rixos após queda de QG de Kadhafi

Por Imad Lamloum - 24 ago 2011, 08h47

Quase 30 jornalistas estrangeiros, incluindo o correspondente da AFP, permaneciam retidos nesta quarta-feira no hotel Rixos, que fica a um quilômetro do complexo residencial de Muamar Kadhafi tomado pelos rebeldes.

Boa parte dos soldados armados que vigiavam os jornalistas no hotel Rixos desapareceram após o ataque ao quartel-general de Kadhafi, deixando para trás alguns homens armados à paisana.

Vestidos com coletes à prova de balas e capacetes, os jornalistas estão no primeiro andar do hotel. A energia elétrica foi restabelecida, mas não há serviço de água.

Os repórteres não sabem o que acontecerá nos próximos dias, caso os rebeldes se aproximem do hotel. Por isto, colocaram cartazes na fachada com as palavras “TV, Imprensa” “Imprensa. Não atirem”.

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Durante a manhã, alguns jornalistas tentaram sair do hotel, que fica no centro da cidade, e caminhar por alguns metros, mas os disparos começaram e homens armados ordenaram o retorno. Os repórteres também afirmaram ter visto francoatiradores.

Na terça-feira, o hotel foi alvo de balas perdidas no momento em que o QG de Kadhafi caiu nas mãos dos rebeldes.

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