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Governo colombiano oferece recompensa milionária por chefes das Farc

Bogotá, 18 mar (EFE).- O Governo colombiano ofereceu recompensas de até US$ 1,9 milhão por quatro chefes das Farc apontados como supostos responsáveis de um ataque que matou 11 militares em Arauca, departamento fronteiriço com a Venezuela, no sábado.

A afirmação é do presidente colombiano, Juan Manuel Santos, durante um conselho de segurança em Arauca (noroeste), a capital do departamento, onde junto com o comando militar analisou o revés sofrido pela tropa.

Ele explicou que a morte dos dez soldados e de um suboficial foi causada por um erro nos procedimentos que as tropas devem seguir.

De acordo com o presidente, por um homem conhecido como ‘Efrén’, chefe da décima frente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), são oferecidos cerca de US$ 682 mil, e acrescentou que uma soma igual (é oferecida) por um indivíduo conhecido como ‘Rafael’.

Além disso, Santos disse que por um homem conhecido como ‘El boyaco’ e por outro conhecido como ‘Robinson’ são oferecidos até US$ 256 mil.

Apesar da morte dos militares, ele destacou a perseverança das tropas, que permitiu frustrar vários atentados terroristas que as Farc tinham planejado em diferentes regiões do país.

Por outro lado, Santos disse que as Farc mentem à comunidade internacional porque não existe nenhuma outra condição para a libertação de dez policiais e militares sequestrados que o cumprimento dos protocolos de segurança oferecidos pelo Governo, depois que o agrupamento anunciou a libertação em fevereiro.

As Farc, em comunicado, aceitaram os protocolos para a libertação dos policiais e militares, mas condicionou à permissão de que o Grupo Mulheres do Mundo pela Paz visite seus guerrilheiros presos. EFE

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