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Forças de segurança sírias matam 33 civis, segundo OSDH

As forças de segurança sírias mataram nesta terça-feira 33 civis, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), que registrou ainda 14 vítimas fatais entre as forças do regime de Bashar al Assad. O OSDH, com sede em Londres, havia informado antes que uma centena de desertores do exército morreram ou ficaram feridos em um […]

Por Da Redação
20 dez 2011, 15h18
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  • As forças de segurança sírias mataram nesta terça-feira 33 civis, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), que registrou ainda 14 vítimas fatais entre as forças do regime de Bashar al Assad.

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    O OSDH, com sede em Londres, havia informado antes que uma centena de desertores do exército morreram ou ficaram feridos em um confronto com tropas leais ao regime na província de Idleb, perto da fronteira com a Turquia.

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    Vinte e três civis morreram na província de Idleb e outros sete em Homs (centro), epicentro da contestação ao regime do presidente al Assad, segundo o OSDH.

    Estas vítimas fatais se somam a outras três anunciadas antes pela organização. As forças de segurança tinham matado dois civis no bairro de Jab Jandali, em Homs, e um terceiro em Jan Cheijun, na província de Idleb.

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    Catorze membros das forças de segurança morreram durante confrontos com desertores na província de Deraa, cidade do sul onde a revolta começou em meados de março, ainda segundo o OSDH.

    Desde a segunda-feira, estes combates entre soldados e desertores se tornaram cada vez mais sangrentos.

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    “Cem desertores foram cercados e depois mortos ou feridos entre os povoados de Kafrueid e al Fatira”, na região de Jabal al Zauya, mais de 330 km ao norte de Damasco, informou antes a organização de direitos humanos.

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    Na véspera, mais de 60 desertores haviam morrido enquanto tentavam fugir na província de Idleb, segundo o OSDH.

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    Nesta terça-feira, a Liga Árabe anunciou o envio na quinta-feira de observadores à Síria, onde a repressão contra a revolta deixou mais de 5.000 mortos desde meados de março, segundo estimativa da ONU.

    As monarquias do Golfo, que lideram a iniciativa árabe para uma saída para a crise, exigiram o fim imediato da repressão e a libertação dos detidos antes da chegada dos observadores.

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