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Depois de treze anos, democratas dominam política americana

Por Da Redação
5 nov 2008, 01h48

A eleição do senador Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos marca não apenas o retorno dos democratas à Casa Branca depois de oito anos de ausência, um período em que o republicano George W. Bush governou o país. Pela primeira vez em treze anos, o partido terá o controle tanto da presidência como do Congresso. Depois da divulgação de parte dos resultados prévios da eleição desta terça-feira, já era possível assegurar que os democratas teriam a maioria tanto na Câmara como no Senado.

Na última vez que o partido controlou a Casa Branca, a Câmara e o Senado ao mesmo tempo, em 1995, Bill Clinton era o presidente. Desde a última eleição parlamentar, em 2004, os democratas já tinham a maioria nas duas câmaras do Congresso. Agora, a maioria foi ampliada (os números finais só deverão ser conhecidos no decorrer da quarta-feira). Junto com a vitória de Obama sobre John McCain, os democratas obtiveram triunfos importantíssimos contra diversos candidatos parlamentares republicanos.

Na Carolina do Norte, por exemplo, a senadora Elizabeth Dole, mulher do ex-candidato presidencial Bob Dole, foi derrotada e perdeu sua cadeira. Outro republicano famoso a perder seu lugar é John Sununu, de New Hampshire. Entre os republicanos derrotados estão vários representantes da ala moderada do partido, como o próprio Sununu e o deputado Chris Shays, de Connecticut. Isso significa que, além de menor, a bancada republicana no Congresso a partir de 2009 será também muito mais conservadora.

Apesar do triunfo dos candidatos democratas, o partido não deverá conquistar a chamada “super-maioria” no Senado. Se conseguisse 60 das 100 cadeiras da Casa — algo que não ocorre há décadas –, os partidários de Barack Obama teriam uma maioria grande o suficiente para evitar as manobras regimentais republicanas. De acordo com o próprio partido, os democratas ganhariam entre seis e sete cadeiras na eleição deste ano, mas não as nove necessárias para a maioria à prova de obstruções legislativas.

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