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Bebê é encontrado vivo quatro dias após desabamento de edifício no Quênia

A menina de seis meses permaneceu soterrada por 80 horas antes de ser resgatada

Por Da Redação 3 Maio 2016, 13h53

Uma menina de seis meses foi resgatada nesta terça-feira entre os escombros de um edifício residencial que desabou há quatro dias na cidade de Nairóbi, no Quênia. O incidente provocou a morte de pelo menos 23 pessoas, de acordo com a Cruz Vermelha.

Os serviços de emergência, que continuam os trabalhos com a esperança de ainda encontrar alguém com vida, localizaram Dealeryn Saisi Wasike às quatro horas da manhã (horário local), no que chamaram de “milagre”.

“A menina permaneceu soterrada durante 80 horas e foi achada dentro de uma caixa envolvida com uma manta. Estava desidratada, mas sem nenhum ferimento visível”, divulgou a Cruz Vermelha queniana. Ela foi transferida imediatamente ao Kenyatta Hospital, um dos principais da capital, onde está recebendo tratamento médico.

A equipe de resgate conseguiu localizar o pai da criança Ralson Saisi Wasike, que a identificou. Porém, segundo a rede BBC, o paradeiro da mãe ainda é desconhecido. Wasike disse que a filha está forte, mas que havia previsto o pior quando não conseguiu localizá-la em outros hospitais nos últimos dias.

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Mais de 60 pessoas permanecem desaparecidas desde a noite de sexta-feira, quando o edifício de seis andares veio abaixo no subúrbio de Huruma por causa das fortes chuvas. O proprietário do prédio foi detido ontem após fontes do governo local afirmarem que a prefeitura não havia autorizado a construção e o aluguel. A polícia também busca o arquiteto e os engenheiros que trabalharam na obra do empreendimento.

As autoridades recomendaram a evacuação dos moradores de casas próximas à região do desabamento, mas muitos se recusaram a sair por não terem para onde ir. Desde sexta-feira, a Cruz Vermelha evacuou mil pessoas em Mathare e Mukuru, duas favelas de Nairóbi, onde as estruturas possuem materiais precários, como barro, e que são especialmente vulneráveis às chuvas.

(Com EFE)

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