Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Balão espião da China enviou dados dos EUA em tempo real, diz emissora

Embarcação de cerca de 60 metros de comprimento foi abatida na costa da Carolina do Sul em 4 de fevereiro por um caça americano

Por Da Redação
Atualizado em 3 abr 2023, 17h28 - Publicado em 3 abr 2023, 17h27

Um balão chinês que sobrevoou os Estados Unidos no início deste ano teria coletado dados e transmitido à China em tempo real, incluindo informações sobre bases militares americanas, de acordo com reportagem da rede NBC News veiculada no domingo, 2.

Até o momento, a Casa Branca não se pronunciou sobre a reportagem. No entanto, um porta-voz ligado à Presidência americana disse que os EUA haviam conseguido limitar a capacidade de coleta de informações do balão. Segundo autoridades americanas, o balão foi rastreado sobre o Alasca e o Canadá antes de entrar no espaço aéreo americano no início de fevereiro. 

O reconhecimento público de que a nave voava sobre o espaço americano desencadeou dias de rastreamento, observação do céu e especulação. A embarcação de cerca de 60 metros de comprimento foi abatida na costa da Carolina do Sul em 4 de fevereiro por um caça americano. 

+ O que é o balão espião chinês que o Pentágono diz estar sobrevoando os EUA

+ Balão espião é parte de amplo esquema de vigilância chinês, diz emissora

Mais tarde, as autoridades estadunidenses afirmaram que haviam recuperado o balão e que os investigadores analisaram os destroços. Em reação ao abate da nave espiã, as autoridades chinesas afirmaram que o balão tinha objetivos meteorológicos civis e que os EUA tinham reagido de forma exagerada ao derrubá-lo. 

Diversos funcionários disseram à mídia dos EUA que a China foi capaz de controlar o balão para que pudesse fazer várias passagens sobre as bases militares.  O incidente desencadeou uma disputa diplomática e levou o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, a cancelar uma viagem à China.

Nas semanas após a derrubada do balão, caças americanos derrubaram vários outros balões que suspeitam terem sido lançados pela China. O departamento de Defesa dos EUA diz que Pequim opera uma frota de balões em todo o mundo e alega que o artefato é utilizado como meio de espionagem. 

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou

Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.