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Argentina vai prender quem furar quarentena do coronavírus

País vizinho adota medida dura

Por Ernesto Neves Atualizado em 18 mar 2020, 20h23 - Publicado em 18 mar 2020, 19h46

As autoridades argentinas anunciaram nesta quarta 18 que vão prender indivíduos que quebrarem a quarentena obrigatória durante a emergência do COVID-19. 

“Vou ser inflexível”, disse o presidente o presidente Alberto Fernández “Quem for posto em quarentena vai precisar seguir as regras. Se não o fizer, vamos processá-lo criminalmente”, disse.

“Todos os indivíduos que testaram positivo para o novo coronavírus, são suspeitos de ter o vírus ou entraram em contato com alguém que é suspeito, assim como tiverem visitado uma região de alto risco, devem permanecer isolados por 14 dias”, disse Fernández. 

A Argentina soma 65 casos e duas mortes, ambas em pessoas acima de 60 anos com condições pré-existentes. Até o momento, não há registro de transmissão comunitária no país, como ocorre já ocorre no Brasil.

O governo também anunciou que qualquer pessoa com mais de 60 anos, exceto os profissionais de saúde, terão direito a férias remuneradas de seus empregos.

Os supermercados já começaram a abrir mais cedo para pessoas com mais de 65 anos. Os bancos, por sua vez, ajustaram as regras para atender os aposentados. 

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