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Apagão em São Paulo: o impacto milionário no setor de bares, hotéis e restaurantes

Segundo estimativa da Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo ao menos 5 mil estabelecimentos ficaram sem energia

Por André Sollitto Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 dez 2025, 18h23 • Atualizado em 12 dez 2025, 18h43
  • O vendaval que atingiu a cidade de São Paulo, na quarta-feira, 10, deixou mais de 2,2 milhões de imóveis sem energia elétrica. Desde então, o restabelecimento tem sido feito de forma gradual. Nesta sexta-feira, 12, o último balanço da Enel, concessionária que administra o fornecimento de eletricidade na capital paulista, mais de 600 mil imóveis continuavam no escuro. E não há prazo para o retorno completo à normalidade.

    Nesse cenário caótico, bares, restaurantes e hotéis tiveram prejuízo milionário. Para os setores de Alimentação Fora do Lar e de Hospedagem, o prejuízo com o apagão pode chegar a R$ 100 milhões, segundo estimativa da Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp). A entidade, que representa cerca de 500 mil estabelecimentos no estado e mais de 20 sindicatos patronais, calcula 5 mil estabelecimentos atingidos entre a capital paulista e municípios das regiões do ABC Paulista, Osasco e Itapecerica da Serra e parte do interior, além de danos que envolvem a perda de equipamentos, de alimentos e, sobretudo, de clientes.

    No setor de comércio e serviços, o prejuízo chega a 1,54 bilhão de reais, segundo estimativa da FecomércioSP.

    Alguns estabelecimentos perderam o estoque de alimentos, enquanto outros tiveram que cancelar reservas e ficaram de portas fechadas em um período de grande movimento. “Estamos próximos de um fim de semana que deveria ser de alta lucratividade para muitos estabelecimentos. Mas, para milhares deles, serão dias de portas fechadas, de tristeza. É quase um luto. E, reforço: quem é que arca com esse prejuízo todo?”, afirma Edson Pinto, diretor-executivo da Fhoresp, em nota divulgada à imprensa.

    A recomendação da entidade é que os prejudicados reúnam o maior número de elementos, provas dos prejuízos, para ajuizar ações de ressarcimento contra a Enel pelos dias de não funcionamento e, consequentemente, de não faturamento; pela perda de mercadorias; e, entre outros, por equipamentos queimados.

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