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Cinco filmes nacionais para ver na Netflix no 7 de setembro

Nada melhor do que comemorar a Independência do Brasil estirado no sofá

Por Da redação - Atualizado em 7 set 2017, 17h51 - Publicado em 7 set 2017, 17h50

A praia é o destino certo dos feriadões prolongados no calor, pelo menos para os corajosos que conseguem desbravar o trânsito por horas até o litoral. Para aqueles que preferem o conforto do sofá às estradas congestionadas, VEJA selecionou cinco filmes nacionais do catálogo da Netflix para comemorar a Independência do Brasil em grande estilo. Confira abaixo.

Getúlio

Os últimos dias do mais controverso líder brasileiro são tema do filme Getúlio, que está no catálogo da Netflix desde agosto. Depois de ser acusado como mandante do atentado ao jornalista Carlos Lacerda (Alexandre Borges), seu principal crítico, Getúlio Vargas (Tony Ramos) isola-se no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, onde permanece até decidir por tirar a própria vida, em 24 de agosto de 1954, durante seu segundo mandato como presidente da República.

Olga

Em contraponto ao governo de Getúlio Vargas, Olga acompanha a empreitada da oposição para disseminar o comunismo pelo Brasil durante o período da II Guerra Mundial. Na Alemanha de Hitler, Olga Benário (Camila Morgado), uma jovem judia, busca refúgio na União Soviética, onde é designada a acompanhar Luís Carlos Prestes (Caco Ciocler) de volta ao Brasil. Um quê de drama acompanha a viagem, chegada ao país e relacionamento da alemã e Prestes na produção de Jayme Monjardim.

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Chatô: O Rei do Brasil

Inspirado no best-seller homônimo, Chatô: O Rei do Brasil acompanha a vida e as conquistas de Assis Chateaubriand, um dos grandes nomes do jornalismo brasileiro e criador do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Vítima de um AVC, Chatô delira com o dia de seu juízo final, que seria transmitido para todo o Brasil ao vivo e no horário nobre, no qual encara amores e desafetos para um acerto de contas. Dirigido por Guilherme Fontes, que chegou a ser processado enquanto fazia o filme, o filme chegou a ser cogitado como o representante do Brasil na corrida para o Oscar, mas perdeu para Pequeno Segredo.

Cidade de Deus

O submundo do crime organizado nas favelas do Brasil ganhou projeção mundial com Cidade de Deus, filme dirigido por Fernando Meirelles. Baseado no livro homônimo de Paulo Lins, a produção acompanha a trajetória de dois garotos: Buscapé (Alexandre Rodrigues), que sonha em ser fotógrafo, e Dadinho, que se transforma no perigoso Zé Pequeno (Leandro Firmino), chefe do tráfico de drogas da comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. Grande expoente do cinema brasileiro, o longa foi muito bem recebido pela crítica nacional e internacional, sendo indicado ao Oscar de melhor direção, roteiro adaptado, edição e fotografia.

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Tropa de Elite

Ciente do apelo das favelas brasileiras entre o público dentro e fora do país, o diretor José Padilha adaptou para os cinemas a retomada do Morro da Babilônia pela Polícia Militar das mãos dos traficantes. O filme é narrado por Capitão Nascimento (Wagner Moura), líder do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) do Rio de Janeiro, que busca um substituto para o cargo que seja tão “incorruptível” quanto ele. Tropa de Elite conquistou uma das maiores bilheterias do cinema nacional, e, mesmo ignorado pelo Ministério da Cultura como representante do país na corrida pelo Oscar, foi condecorado com o Urso de Ouro, prêmio máximo do Festival de Cinema de Berlim.

 

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