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Ao divulgar queda de lucro, presidente do HSBC diz que práticas na Suíça eram vergonhosas

Resultado do banco foi afetado por custos maiores e por provisões relacionadas a condutas indevidas no mercado de câmbio

Por Da Redação
23 fev 2015, 12h06
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  • O HSBC divulgou nesta segunda-feira que teve lucro líquido de 13,69 bilhões de dólares em 2014, queda de 16% ante ganho de 16,2 bilhões de dólareas no ano anterior. O resultado do banco britânico foi afetado por custos maiores e uma série de provisões relacionadas a condenações por conduta indevida.

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    “O lucro decepcionou, embora um difícil quarto trimestre tenha mascarado parte do progresso que foi feito nos três trimestres anteriores”, afirmou o presidente do HSBC, Stuart Gulliver, em comunicado.

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    O lucro antes de impostos somou 18,7 bilhões de dólares em 2014, ante 22,6 bilhões de dólares no ano anterior e abaixo da estimativa média de analistas (21 bilhões de dólares).

    A receita anual da instituição financeira subiu de 61,9 para 62 bilhões de dólares entre 2013 e 2014. O banco precisou reservar 3,7 bilhões de dólares para provisões, multas e acordos que poderão ser necessários a partir de delitos de manipulação do mercado de câmbio.

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    Swissleaks – A divulgação do resultado do maior banco da Europa também refletiu o custo de condutas passadas. Recentemente, o HSBC foi acusado de ajudar clientes ricos a sonegar impostos por meio de sua subsidiária suíça entre 2005 e 2007, movimento que está sendo chamado de ‘Swissleaks’.

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    Nesta segunda, Stuart Gulliver disse a repórteres que as alegações sobre sua unidade baseada em Genebra danificaram muito a imagem do banco e trouxeram vergonha ao banco.

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    “Vários de nós, inclusive eu, acreditam que as práticas do private bank no passado são fonte de vergonha e dano na reputação do HSBC. Acredito que vergonha seria um substantivo adequado para usar”, disse Gulliver.

    O próprio presidente foi jogado no centro do escândalo no domingo, quando o jornal britânico The Guardian publicou que ele depositou milhões de libras no private bank suíço do HSBC por meio de uma companhia no Panamá.

    (Com Estadão Conteúdo)

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