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IMPERDÍVEL: Novo ‘Ben-Hur’ é resposta para tempos de haters

Superprodução traz mensagem de perdão e paz em boa adaptação do livro original

Por Raquel Carneiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 20 ago 2016, 08h39 - Publicado em 20 ago 2016, 08h36

Em 1959, Charlton Heston e Stephen Boyd fizeram história na pele dos personagens Judah Ben-Hur e Messala, respectivamente, os protagonistas do filme Ben-Hur, um épico em todos os sentidos da palavra, que, no ano seguinte, levaria para casa onze estatuetas do Oscar. Logo, desconfianças óbvias foram levantadas em relação à nova adaptação, que chegou aos cinemas esta semana, pelas mãos do diretor cazaque Timur Bekmambetov. O resultado, contudo, foi um alívio: Ben-Hur ganhou mais uma superprodução cinematográfica de encher os olhos.

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Ambientada em Jerusalém, por volta de 30 d.C, Judah Ben-Hur (Jack Huston) é um jovem judeu rico, melhor amigo de Messala (Toby Kebbell), seu irmão adotivo. Messala decide se alistar no exército romano para fazer seu nome – e um pé de meia. Ele retorna à cidade judaica poderoso e tenta se conectar novamente com a família, porém, um incidente envolvendo um rebelde judeu leva o jovem a condenar Ben-Hur à escravidão, e sua família, à morte. Anos mais tarde, quando consegue fugir, Judah encontra ajuda em um apostador rico, que o treina para competir em uma fatal corrida de bigas ao lado de Messala.

O filme, que traz Rodrigo Santoro como Jesus, se aproxima mais da história criada em 1880 por Lew Wallace, que prefere exaltar as relações familiares, a fé e o perdão, enquanto mostra o vazio deixado pela vingança. Segundo os atores, a mensagem é das mais apropriadas para o momento atual, em que o ódio se alastra pela internet e a xenofobia dificulta o cuidado com os refugiados de países em guerra.

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