Sabrina Sato, Marina Ruy Barbosa, Anya Taylor-Joy e Ana de Armas: O quarteto fantástico da moda na CCXP 24
Estrelas nacionais e internacionais roubaram a cena do evento de cultura pop com looks que foram do sofisticado ao inusitado

Entre tantas celebrações à cultura pop, é claro que a moda também acabou chamando a atenção na CCXP (Comic Con Expirience). Na edição 2024, que aconteceu em São Paulo durante o último final de semana, não foi diferente. Estrelas nacionais e internacionais surgiram em looks surpreendentes e que deram o que falar durante o evento. Entre elas, se destacaram quatro: as musas Anya Taylor-Joy e Ana de Armas, e as brasileiras Marina Ruy Barbosa e Sabrina Sato. Aos looks:
Em um dos looks, Anya Taylor Joy surgiu com um look inusitado, quase como um peplum contrário – ao invés de volume no quadril ou cintura, a estrela optou por uma minissaia preta curta e justa para dar total protagonismo (e garantir um certo drama) à blusa bufante e de gola pontuda off white, da coleção de primavera verão 2025 da Cong Tri, para promover sua nova série “The Gorge”, da Apple TV+.

A brasileira Marina Ruy Barbosa foi outra que chamou a atenção pelas pernas de fora, com shorts preto curto combinado a camisa e colete brancos e terno estilo fraque – look da Dior, em que ela adicionou uma charmosa gravata preta. O painel era da Prime Vídeo, mas houve quem dissesse que a produção a fez parecer uma “mágica” como Zatanna, lendária personagem da DC Comics.

Mais discreta na produção, mas não menos empolgada no palco Thunder, onde divulgou seu próximo filme “Bailarina” (spin-off de “John Wick”, estrelado por Keanu Reeves), a atriz cubana Ana de Armas apareceu com um modelo midi preto, drapeado na cintura e com transparências nos braços e no decote profundo, arrematado com um scarpin preto.

Por fim, o troféu de ousadia foi para Sabrina Sato, que chamou os olhares para si ao surgir em um vestido branco da Comme des Garçons, com mãos em alto relevo dispostas em posições estratégicas, na cintura e nos seios durante a apresentação da Globoplay. A parte das mãos, inclusive, fez algumas pessoas lembrarem do macacão brilhante da marca espanhola Loewe que Beyoncè usou na Renaissance World Tour, fazendo referência ao quadro O Nascimento de Vênus, obra do século XV do italiano Sandro Botticelli. Será? De qualquer forma, ela roubou todos os holofotes.
