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Porta errada

Assessores do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, avaliam reservadamente que a OAB está batendo na “porta errada” no caso da instalação e uso dos equipamentos de gravações de áudio e vídeo no parlatório do presídio federal de Campo Grande (MS). A OAB, dizem, deveria questionar o juiz Odilon de Oliveira, responsável por aceitar fazer as […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 14h59 - Publicado em 23 jun 2010, 14h50
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    Assessores do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, avaliam reservadamente que a OAB está batendo na “porta errada” no caso da instalação e uso dos equipamentos de gravações de áudio e vídeo no parlatório do presídio federal de Campo Grande (MS). A OAB, dizem, deveria questionar o juiz Odilon de Oliveira, responsável por aceitar fazer as escutas e manter os equipamentos permanentemente por lá. Segundo eles, nesse caso, o sistema penitenciário federal apenas cumpre ordens.

    O ministério já detém informações de que há um conluio de uns poucos advogados que defendem boa parte dos presos da penitenciária. E que esses defensores, ao contrário do que alega a OAB, estariam sim sob investigação junto com os detentos. Assim, sustentam, estariam justificadas as autorizações da Justiça para grampear as conversas entre advogados e presos que, exceto quando o defensor está sob investigação, são invioláveis por lei.

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