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Por Robson Bonin
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Na gestão Bolsonaro, SP e MG tiveram apagão no controle de munições

Lojas de armas de dois dos principais estados do país não informaram ao Exército munições vendidas nos últimos quatro anos

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 9 Maio 2024, 20h20 - Publicado em 3 nov 2023, 09h01

Durante todo o governo Bolsonaro, nenhuma munição vendida nos estados de São Paulo e Minas Gerais foi informada corretamente pelas lojas ao Exército. A informação foi repassada pela própria instituição ao TCU, que faz processo de auditoria sobre o sistema de controle de armas e munições do país.

Isso quer dizer que o governo tem dados incompletos sobre quantas balas circulam pelo país e quem está atirando com elas.

Até junho deste ano, toda loja de armas e munições era obrigada a prestar contas mensalmente. São os chamados “mapas de vendas”.

Mas, segundo a instituição, o fato de estar há anos sem receber qualquer mapa de vendas em São Paulo e Minas “não significa que o Exército não tenha informações completas sobre o controle de munições comercializadas, nos estabelecimentos autorizados”.

“O comércio varejista de munições tem a obrigação legal de registrar todas as vendas no Sistema de Controle e Venda de Munições (SICOVEM), por meio do qual o Exército tem acesso a todos os dados necessários para o controle de venda de munições em âmbito nacional”, afirmou a força armada em nota.

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