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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Como a chapa Lula-Alckmin esfria o romance do PT com o PSB

Cacique socialista faz exigências para seguir ao lado do petismo em 2022

Por Robson Bonin Atualizado em 26 nov 2021, 12h58 - Publicado em 26 nov 2021, 10h15

Geraldo Alckmin fez um estrago no namoro do PSB com o PT. Carlos Siqueira, o cacique nacional dos socialistas, teve uma conversa recente com Fernando Haddad em que deixou claro: a aliança nacional só sai se o PSB tiver o apoio do PT em São Paulo e no Rio Grande do Sul.

Ou seja, Haddad teria que desistir de disputar o Palácio dos Bandeirantes para apoiar Márcio França. Como não há a mínima chance de o hegemonismo petista permitir tal movimento, o distanciamento entre PSB e PT já começou.

Em tempo, é sempre bom lembrar que falta muito tempo para que essas ameaças e exigências resultem em atos concretos dos caciques partidários.

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