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Matheus Leitão

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Blog de notícias exclusivas e opinião nas áreas de política, direitos humanos e meio ambiente. Jornalista desde 2000, Matheus Leitão é vencedor de prêmios como Esso e Vladimir Herzog
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O Brasil que não anda para lugar nenhum

Ou… o menino que fez mais que o governo, o STF e o Congresso nos 60 anos do golpe!

Por Matheus Leitão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 9 Maio 2024, 12h46 - Publicado em 2 abr 2024, 07h59
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  • Eleições
    Os presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva; do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso; e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), durante cerimônia alusiva aos atos de 8 de Janeiro (TV Senado/Reprodução)

    A passos de tartaruga o Brasil não vai a lugar nenhum. Parece um livro velho – não é em nome dos filhos, mas dos netos.

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    É que finalmente agora o Supremo Tribunal Federal resolveu alcançar a maioria contra o falso “poder moderador” das Forças Armadas. No dia dos 60 anos do Golpe entendemos isso como país.

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    No dia, não. Um dia depois.

    (Joinha)

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    Não entregamos os corpos de Rubens Paiva, de Honestino Guimarães aos familiares, não demos respostas a Marias e Clarices, que ainda choram. Já nem lembramos mais de Betinho ou de seu irmão, o Henfil. De tanta gente que partiu.

    Sim, um passo adiante. Mas essa assunção acontece agora? Nos 60 anos do Golpe intocado pelo governo civil do Partido dos Trabalhadores?

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    21.901 dias depois de 31 de março de 1964…

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    Teria vergonha de dizer para Caetano e Gal: “Baby, você precisa saber… que agora o Exército, a Marinha e a Aeronáutica não podem mais se colocar sobre o poder civil. São subalternos”

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    Mas eu mesmo estava ouvindo Gil: “Juliana no chão. Ê, José! Outro corpo caído (ê, José) Seu amigo João (ê, José) Amanhã não tem feira (ê, José) Não tem mais construção (ê, João) Não tem mais brincadeira (ê, José)”.

    O domingo passou, o bolsonarismo chegou, o 8 de Janeiro (ê, João).

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    Me lembrei de Fernanda Torres dizendo para Pedro Cardoso em O que é isso companheiro: ouvir o novo disco de Chico (licença poética) ao contrário daria para escutar a palavra Marighela.

    Mais um passinho do quelônio.

    Rápido mesmo – e corajoso – é Sebastião Paiva, de sete anos, filho de Marcelo, escrevendo “quero o corpo do meu vovô”.

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    Ê, Brasil.

    Se vivo fosse, Ulysses Guimarães, que ergueu a Constituição, veria, 60 anos após o golpe, o neto de Rubens fazendo mais que um ex-líder sindical, um ex-advogado e um já não tão jovem rapaz que tinha apenas um ano a mais que Sebastião em março de 1964 – e que hoje preside o Congresso Nacional.

    De fato, não é apenas que a sociedade foi… ela é os Paiva.

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    E nós?

    Temos ódio nada. Ou nojo.

    PS – Vai, tarturiguinha! Mais uma página.

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