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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

‘Nenhum juiz brasileiro irá se acovardar’, diz corregedor de Justiça

Ministro Mauro Campbell Marques, do STJ, defendeu nesta segunda, 22, que juízes devem se submeter apenas 'à Constituição e às leis brasileiras'

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 set 2025, 19h16 •
  • O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, disse nesta segunda-feira, 22, que nenhum juiz brasileiro deve “acovardar-se diante de qualquer atitude ditatorial” e que os magistrados devem se submeter apenas “à Constituição e às leis deste país”.

    Mais cedo nesta segunda, o governo dos Estados Unidos incluiu na lista de pessoas sancionadas pela Lei Magnitsky a esposa do ministro Alexandre de Moraes, movimento que faz parte de uma onda de retaliações e de tentativas de interferir na atuação do Judiciário brasileiro por conta da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro no caso do golpe de estado. Supremo Tribunal Federal (STF) e o Itamaraty repudiaram a punição.

    Não há mais remota possibilidade de o juiz brasileiro acovardar-se diante de qualquer atitude ditatorial. Não precisa ser membro do Conselho Nacional de Justiça. Estou me referindo à qualidade de juiz. Nenhum juiz brasileiro irá submeter senão à Constituição e às leis deste país. Esta é a garantia que nós damos à sociedade nacional”, disse Campbell Marques a jornalistas durante um evento do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP).

    Juízes e eleições

    Marques é ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e foi nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir a Corregedoria no final de julho deste ano. Seu antecessor, Luís Felipe Salomão, protagonizou uma gestão marcada por investigações contra o ex-juiz federal Sergio Moro (hoje senador pelo União Brasil-PR) e contra magistrados que tomaram partido a favor de Lula ou de Bolsonaro nas redes sociais nas eleições de 2022.

    A disputa eleitoral de 2026, que já está a pleno vapor nos bastidores, deve repetir o clima de polarização. “Vários processos que tiveram a iniciativa do meu antecessor, do ministro Salomão, foram julgados na minha gestão, com o meu voto, verbalizando pela condenação tanto dos que apoiaram uma candidatura quanto a outra”, disse Campbell Marques.

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    Em seguida, ele complementou: “Juiz tem o dever legal do recato e de não se envolver em questões políticas sob qualquer ordem. A rede social é para fins familiares fechados e para tratar de assuntos que não sejam da ordem do dia do meio político”, disse. 

     

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