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Por José Benedito da Silva
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Futuro ministro de Lula vê governador aliado como possível presidenciável

Celso Sabino deve assumir o Ministério do Turismo com apoio de seu partido, o União Brasil, e do clã Barbalho, aliado estratégico do presidente

Por João Pedroso de Campos Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 15 Maio 2024, 23h31 - Publicado em 30 jun 2023, 12h58

Tratado como futuro ministro do Turismo nos bastidores do Congresso e do governo Lula, o deputado federal Celso Sabino (União-PA) deve assumir a pasta após a iminente demissão da ministra Daniela Carneiro. A troca, que deve enfim ser consolidada nas próximas semanas, faz parte dos esforços do Palácio do Planalto para agradar à bancada do União Brasil na Câmara. A infidelidade da sigla, que comanda três ministérios, tem preocupado os articuladores do governo, em meio a dificuldades para consolidar uma base aliada confiável no Congresso.

Além dos deputados do União, Celso Sabino chegará ao cargo com as bênçãos de outros padrinhos poderosos: o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), o senador Jader Barbalho (MDB-PA) e o ministro das Cidades, Jader Filho. Como mostra reportagem de VEJA da semana passada, Helder e o irmão têm retomado o protagonismo político do clã em Brasília. “Aqui, presidente, lhe dizer que se o Pará tiver mais um ministro, não vamos achar ruim, porque fortalece nosso estado. Caso a sua decisão seja essa, o Celso representará a todos nós, junto com o ministro Jader, para que o Pará esteja fortalecido”, disse Helder a Lula há duas semanas, durante o evento que oficializou Belém como sede da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente (COP30) em 2025.

Diante de apoios tão eloquentes, Sabino retribui ao apontar Helder como um promissor líder nacional. “Ele se consolida hoje como uma liderança nacional. Em relação a pleitos eleitorais e políticos nacionais, se for da vontade dele e do partido dele, acho que ele tem musculatura para fazer uma construção nessa direção, não sei se para 2026 ou 2030”, disse o deputado a VEJA.

Celso Sabino atribui à força política do governador, além das articulações do governo federal, a escolha da capital paraense a sediar a mais importante cúpula do clima da ONU. Durante a passagem de Lula pelo estado, na semana passada, o presidente e o governador anunciaram investimentos em infraestrutura para preparar Belém ao evento. “Ao mesmo tempo em que participa de decisões importantes na esfera nacional no MDB, na articulação com o presidente Lula e na interlocução com diversos ministérios, o governador não deixa de estar presente no Pará”, afirma Sabino. “Helder tem usado sua força para colocar o estado em um cenário diferenciado nacionalmente”, completa.

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