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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Ramiro Brites. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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Caso Karol Eller: deputados pedem investigação de igreja por ‘cura gay’

Influenciadora bolsonarista anunciou que 'renunciou à prática homossexual' depois de participar de retiro evangélico

Por Victoria Bechara Atualizado em 10 Maio 2024, 08h34 - Publicado em 17 out 2023, 11h23
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  • Ricardo Nunes e Wilson Pedroso
    Karol Eller foi encontrada morta na semana passada, em São Paulo (Redes sociais/Reprodução)

    Os deputados Pastor Henrique Vieira (RJ), Erika Hilton (SP) e Luciene Cavalcante (SP), todos do PSOL, pediram ao Ministério Público Federal nesta segunda-feira, 16, a investigação da igreja Assembleia de Deus de Rio Verde, em Goiás, por supostamente promover terapias de conversão sexual. 

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    A representação foi protocolada após a morte da influenciadora bolsonarista Karol Eller na semana passada, em São Paulo. O caso foi registrado como suicídio. Um mês antes, ela anunciou que “renunciou à prática homossexual” após o retiro de jovens Manaaim, organizado pela igreja evangélica. A vítima era próxima da família Bolsonaro e trabalhava no gabinete do deputado estadual Paulo Mansur (PL), em São Paulo. 

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    No pedido enviado ao MPF, os parlamentares afirmam que os direitos da população LGBT+ estão resguardados pela Constituição e que a prática da chamada “cura gay” poderia ser tipificada como crime de injúria ou tortura psicológica. Os deputados também pedem a apuração de possível incitação ao suicídio por motivo torpe.

    “Os tratamentos de cura gay são verdadeiras práticas de tortura e agressão a toda a população LGBTQIAPN+, cuja orientação sexual ou designação de gênero são características inerentes a cada sujeito, sendo impossível sua alteração”, diz o documento. “Serve a presente para solicitar a apuração dos fatos narrados com a devida investigação da prática de cura gay pelos representados e demais entidades, profissionais, grupos e empresas em atividade no Brasil.”

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