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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Ramiro Brites. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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Bolsonaro em Porto Velho: ‘Meu Exército, minha Marinha, minha Aeronáutica’

Em discurso, ele volta a falar em decreto para barrar isolamento social: ‘Meu dever como chefe supremo das Forças Armadas, é garantir esse direito a vocês’

Por Da Redação Atualizado em 7 Maio 2021, 19h51 - Publicado em 7 Maio 2021, 14h43
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  • O presidente Jair Bolsonaro
    O presidente Jair Bolsonaro, durante cerimônia com chefes militares (Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

    O presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar o isolamento social contra o novo coronavírus adotado por estados e municípios e a ameaçar tomar medidas para colocar fim às restrições durante discurso nesta sexta-feira, 7, em Porto Velho (RO), na inauguração de uma ponte sobre o Rio Madeira que dará acesso ao Acre.

    Ele voltou a citar a possibilidade de baixar um decreto para revogar as medidas restritivas contra a transmissão da Covid-19 e citou as Forças Armadas como um instrumento para garantir que sua decisão seja acatada.

    “Eu posso fazer semelhante ao que muitos já fizeram. Mas o meu Exército jamais irá às ruas para mantê-los dentro de casa. O meu Exército, a minha Marinha e a minha Aeronáutica jogam dentro das quatro linhas da Constituição”, discursou. “O que vocês querem é muito pouco, querem respeito, querem ordem e querem justiça. E o meu dever, como chefe supremo das Forças Armadas, como chefe da execução, é dar, é garantir esse direito a vocês”, afirmou.

    Bolsonaro voltou a defender a tese de que as medidas de restrição ferem prerrogativas individuais e disse que o direito de ir e vir, a liberdade de crença e o trabalho são sagrados e incentivou as pessoas a não cumprirem o isolamento social. “Não se justifica daqui para frente, depois de tudo o que nós passamos, fechar agora qualquer ponto do nosso Brasil”, disse.

    “O que vocês querem é muito pouco, querem respeito, querem ordem e querem justiça. E o meu dever, como chefe supremo das Forças Armadas, como chefe da execução, é dar, é garantir esse direito a vocês”

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    O presidente também falou, referindo-se aos militares presentes à cerimônia, que “se cada um de nós, militares aqui presentes, juramos dar a vida pela nossa pátria (…), farão tudo, até (dar) a própria vida, para garantir a sua liberdade”. “Todos nós preferimos morrer lutando do que perecer em casa”, completou.

    Sobre o decreto para impedir  a adoção de medidas de isolamento social decretadas por governadores e prefeitos, Bolsonaro afirmou que o documento “já está pronto” e que “todos cumprirão” “Por que todos cumprirão? Porque esse decreto nada mais é que do que cópia dos escritos do artigo 5º da Constituição”, afirmou.

    O trecho da Constituição citado pelo presidente fala dos direitos individuais e coletivos garantidos aos cidadãos, como o direito de expressão, de ir e vir e de liberdade religiosa, entre outros.

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