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Em Cartaz

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Emma Stone, Tilda Swinton e mais: os famosos que boicotam Israel

Juramento da organização 'Film Workers for Palestine' já conta com mais de 3.900 assinaturas e número cresce a cada dia

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 set 2025, 16h23 •
  • Nesta segunda-feira, 8 de setembro, mais de 1.200 nomes de Hollywood assinaram um juramento que os impede de trabalhar com quaisquer instituições israelenses “implicadas no genocídio e no apartheid contra o povo palestino“. Dois dias depois, o número cresceu para 3.900. A iniciativa simboliza a evolução da pauta desde que os atentados do Hamas de 7 de outubro de 2023 alavancaram o conflito em Gaza ao protagonismo na diplomacia internacional. Na época, astros da indústria americana que condenaram Israel acabaram escanteados — Melissa Barrera, protagonista de Pânico 67, foi prontamente demitida da saga por isso. Agora, múltiplos nomes indispensáveis ao audiovisual contemporâneo se juntam ao coro.

    Entre os novos signatários estão Joaquin Phoenix, Rooney Mara, Emma Stone, Elliott Page, Emma D’Arcy, Lily GladstonePeter Sarsgaard, Nicola Coughlan, Harris Dickinson, Bowen Yang, Guy Pearce, Ebon Moss-Bachrach, Fisher Stevens, Abbi Jacobson e Eric Andre, entre outros. Eles se juntam a Javier Barden, Tilda Swinton, Olivia Colman, Mark Ruffalo, Ayo Edebiri, Riz Ahmed, Josh O’Connor, Cynthia Nixon, Julie Christie, Ilana Glazer, Rebecca Hall, Aimee Lou Wood e Debra Winger. A lista conta também com cineastas como Yorgos Lanthimos, Jonathan Glazer, Ava Duvernay, Boots Riley e Joshua Oppenheimer.

    A carta aberta se diz inspirada no boicote de Hollywood ao apartheid sul-africano nos anos 1980. Aqueles que a assinam prometem não exibir filmes, nem colaborar profissionalmente com instituições consideradas coniventes ao que ocorre em Gaza, incluindo festivais, cinemas, emissoras e produtoras. A conivência é exercida, por exemplo, quando tais empresas “embranquecem ou justificam o genocídio e a segregação e/ou são parceiras do governo responsável por tal”.

    “Nós respondemos a chamada de cineastas palestinos, que imploram à indústria cinematográfica internacional que recuse o silêncio, o racismo e a desumanização, e que faça ‘tudo humanamente possível’ para acabar com a cumplicidade”, afirma o texto. O grupo responsável pela iniciativa se chama “Film Workers for Palestine” (“Profissionais do Cinema pela Palestina”). As empresas mais prejudicadas por ela são festivais de cinema que ocorrem em Israel e produtoras e distribuidoras com sede no país. Isso não significa, contudo, que basta ser israelense para ser boicotado: existem “algumas organizações israelenses que não são cúmplices” segundo o texto. Outro ponto sublinhado é que o boicote não é voltado diretamente a cidadãos. O valor principal é o respeito às diretivas da sociedade civil palestina.

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