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Cidades sem Fronteiras Por Mariana Barros A cada mês, cinco milhões de pessoas trocam o campo pelo asfalto. Ao final do século seremos a única espécie totalmente urbana do planeta. Conheça aqui os desafios dessa histórica transformação.

Como aproveitar o saque do FGTS para conseguir a casa própria

Dinheiro das contas inativas também pode ser usado para facilitar compra de imóvel

Por Mariana Barros Atualizado em 30 jul 2020, 20h58 - Publicado em 29 mar 2017, 07h09

Usar o FGTS para comprar a casa própria não é novidade para ninguém. Mas a possibilidade de sacar as contas inativas beneficiará até quem não contava com esse recurso. Confira abaixo como o saque do FGTS pode facilitar a conquista da casa própria:

  • Permitindo que cônjuges também usem o FGTS
    Pessoas cujos cônjuges já usaram o recurso são impedidas de utilizarem o próprio FGTS para comprar um imóvel. O governo entende que, o fato de serem casadas com quem já o fez, as torna beneficiárias. O saque resolve esse problema, permitindo que elas também possam indiretamente usar o dinheiro do fundo para adquirir um imóvel.
  • Facilitando a obtenção de financiamento 
    A dificuldade em obter financiamento imobiliário junto ao banco pode ser amenizado pelo saque do FGTS. A quantia pode tanto reduzir o total a ser financiado como ajudar na negociação de valores e taxas. Lembrando que a prestação não deve ser superior a 30% da renda familiar bruta.  É possível ainda usar o dinheiro para quitar parcelas de uma dívida já em curso. “Sempre vale a pena aproveitar a chance de sair do financiamento”, diz o advogado especialista em Direito Imobiliário Marcelo Tapai.
  • Reduzindo as chances de distratos
    O distrato é o cancelamento da compra do imóvel adquirido na planta. Normalmente acontece na hora da entrega das chaves, quando o consumidor descobre que não terá como arcar com o financiamento bancário que se inicia a partir dali. O saque do FGTS permite que a negociação de financiamento com o banco possa acontecer antes da entrega das chaves. “Ao antecipar essa negociação é possível obter condições melhores e reduzir os riscos”, recomenda Tapai.
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