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Mais dois PMs são condenados pela morte de juíza no Rio

Todos os onze policiais denunciados pelo assassinato de Patrícia Acioli, ocorrido em agosto de 2011, em Niterói, foram considerados culpados

Por Da Redação - 15 abr 2014, 01h50

Os dois últimos dos onze policiais militares denunciados pelo assassinato da juíza Patrícia Acioli, ocorrido em agosto de 2011, foram condenados na noite desta segunda-feira. Sammy dos Santos Quintanilha recebeu a pena de 25 anos de prisão por homicídio doloso e formação de quadrilha, e Handerson Lents Henrique da Silva foi punido com quatro anos e seis meses de prisão, em regime semiaberto, por violação de sigilo funcional, ao indicar onde a juíza morava.

Dessa forma, todos os policiais julgados pelo crime foram condenados. A maior pena, de 36 anos de prisão, foi aplicada ao ex-comandante do 7º Batalhão da PM, Claudio Luiz Silva de Oliveira, considerado o mentor do assassinato. Segundo o Ministério Público, a quadrilha queria se vingar da juíza porque ela costumava condenar PMs por desvios de conduta. A magistrada atuava em diversos processos em que os réus, policiais militares, estavam envolvidos em supostos autos de resistência, como são registrados os casos em que há troca de tiros e policiais matam oponentes.

Crime – Patrícia Acioli tinha 47 anos quando foi assassinada na porta de casa, em Piratininga, Região Oceânica de Niterói. Seus três filhos estavam em casa no momento do crime. Ela estava sem escolta oficial por decisão do então presidente do Tribunal de Justiça do Rio Luiz Zveiter.

(Com Estadão Conteúdo)

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