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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Lembram da tal Conferência de Comunicação que excitava os sujos? Pois é… CGU aponta desvio de R$ 1,26 milhão!

Ah, esta é do balacobaco! Do arco da velha, como se dizia no tempo em que Franklin Martins pertencia a um grupo terrorista que tentava implantar o comunismo no Brasil!!! Lembram-se da Confecom, a tal Conferência de Comunicação que fazia os blogueiros sujos sujar o shortinho de contentamento? Que deixava alguns anões morais, ladrões contumazes […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 07h42 - Publicado em 6 out 2012, 07h47

Ah, esta é do balacobaco! Do arco da velha, como se dizia no tempo em que Franklin Martins pertencia a um grupo terrorista que tentava implantar o comunismo no Brasil!!!

Lembram-se da Confecom, a tal Conferência de Comunicação que fazia os blogueiros sujos sujar o shortinho de contentamento? Que deixava alguns anões morais, ladrões contumazes de dinheiro público, excitadíssimos, a pedir a “ley de medios” — censura! — no Brasil? Pois é…

Leiam o que informa Andreza Matais, na Folha:

A Controladoria-Geral da União (CGU) apontou desvio de R$ 1,26 milhão em recursos públicos durante a realização da Confecom, a Conferência Nacional de Comunicação, realizada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva em 2009 para discutir a regulamentação da mídia. Segundo o relatório preliminar da auditoria feita pela CGU, ao qual a Folha teve acesso, a Fundação Getulio Vargas (FGV), contratada para realizar o evento, recebeu do Ministério das Comunicações pagamentos por serviços não executados ou sem serventia, “causando prejuízo ao erário”. Procurada pela Folha, a FGV disse que já prestou os esclarecimentos ao Executivo e que, portanto, não iria se manifestar.

(…)

Voltei
Viram? Só o que a própria CGU considerou “desvio” chega a R$ 1,26 milhão. Quanto dinheiro não se terá gastado para que meia-dúzia de tarados ideológicos ficassem babando o seu rancor!?

Segundo o relatório, a fundação recebeu R$ 438 mil para monitorar as conferências estaduais e não monitorou nada. Levou R$ 390 para a elaboração de um caderno que deveria ser entregue aos participantes, que só ficou pronto quatro meses depois. Abocanhou outros R$ 486 mil para a transmissão em tempo real do evento, o que também não aconteceu.

Franklin Martins, então o chefão da comunicação e da publicidade do governo Lula, foi quem comandou a tal Confecom.

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