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Diferença de Crivella para Freixo no Rio cai 12 pontos, mas ainda é de 22 a 10 dias da eleição

Violência retórica a que aderiu candidato do PSOL pode estar surtindo efeito; agora é aguardar o contra-ataque. Ainda bem que eu não voto no Rio!

O Ibope divulgou uma pesquisa sobre o segundo turno no Rio. O “freixismo” começou a alimentar alguma esperança, mas não creio que vá dar tempo.

Segundo o levantamento desta quinta, se a eleição fosse hoje, o candidato do PSOL, Marcelo Freixo, registra 39% dos votos válidos, contra 61% de Marcelo Crivella, do PRB.

No levantamento de há dez dias, a diferença era de 34 pontos. Agora, de 22. Faltam exatos dz dias para a eleição. Ainda que haja uma nova redução de 12 pontos, o que parece improvável, não será desta vez que o socialismo com liberdade vai chegar lá.

Em votos totais, o senador do PRB obteve 46% das intenções de voto, contra 29% do candidato do PSOL.

A volta do horário eleitoral levou à TV um Freixo bem mais agressivo. A escolha parece ter surtido efeito. O provável é que o contra-ataque também suba de tom.

Que bom eu não votar no Rio de Janeiro!

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  1. Comentado por:

    umberto melo

    REInaldo !! me desculpe . voce acredita em pesquisa?? conheci seu avó Terencio em Santo André eu e meu falecido pai, morava próximo a igreja. vide R. Japâo

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  2. Comentado por:

    Natália

    Crivella, sem dúvida.
    Todos os cristãos e FAMILIAS com ele.
    XÔ globo!

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  3. Comentado por:

    pctinoco

    O cidade infernal, não basta terem sido decisivos na eleição do Lula e da Lula, agora têem que escolher entre Freixo e Crivella Deus me livre e guarde!

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  4. Comentado por:

    Roland Brooks Cooke

    Reinaldo, o Rio está mal de candidatos à prefeitura. Aliás, isso parece ser uma sina maldita da outrora Cidade Maravilhosa. O carioca, que se propõe tão atuante e politizado, elege cada Cacareco que dá até medo. O resultado está aí.
    Mas, mudando um pouco o foco, o que foi essa capa de Veja dessa semana? A edição carioca virou panfleto psolista, tentando, à semelhança dos piores blogs da esgotosfera, caracterizar Crivella como “bandido fichado”, enquanto o corpo da reportagem traz algo totalmente diferente. O que é isso?
    E mais: tanto a sua coluna como a do Augusto Nunes foram defenestradas da primeira página da versão online para os escaninhos obscuros do interior do site. Por que?
    O que está acontecendo com a Veja?

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  5. Comentado por:

    joão batista de assis pereira

    TERRÍVEL ESCOLHA: VOTAR NO CRIVELLA OU NO FREIXO
    Segundo São Pedro, os eleitores de Freixo ou do Crivella são todos eleitores especiais e, no juízo final terão a prerrogativa de passar um dia em cada lugar para só depois escolher, entre o céu e o inferno, onde haveriam de ficar pela eternidade.
    Dentre o lugar de paz que era o céu e o campo de golfe cheio de amigos que era o inferno, escolheram o segundo. Quando efetivamente desceram para lá para cumprir a eternidade viram que era um lugar de sofrimento, onde havia apenas lixo, miséria e discórdia, quando resolveram questionar o capeta sobre o que havia acontecido. Esse respondera sorrindo:
    – Ontem estávamos em campanha. Agora já conseguimos seus votos, seus idiotas!

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  6. Comentado por:

    morador do RIO

    Alguém acredita em SEGURANÇA PÚBLICA no RIO DE JANEIRO?
    Em 2007, parlamentares do PRB, o partido do vice-presidente José Alencar e do senador Marcelo Crivella, da Igreja Universal do Reino de Deus, tinham uma audiência agendada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Tratariam de assuntos de praxe, como coligações e cargos.
    Na primeira brecha, Crivella pediu a palavra. Tirou da pasta uma fotografia do morro da Providência alterada por Photoshop. Nela, via-se a favela com barracos decadentes ao lado de casas remodeladas, com fachadas refeitas e telhados novos. “Presidente”, disse o senador, “a Providência pode ficar assim.”
    Crivella vendia diretamente ao governo federal o diamante de sua próxima campanha eleitoral: o projeto Cimento Social. A proposta previa a recuperação de 782 casas da favela. Tetos e janelas seriam trocados e paredes, repintadas. Os barracos seriam revestidos com placas pré-moldadas de 1 centímetro de espessura feitas com uma argamassa patenteada pela Universidade de São Paulo que duraria “mil anos”.
    Pelo projeto, as novas estruturas resistiriam “ao impacto de balas de até 7,5 milímetros de calibre, a uma distância mínima de 20 metros”. Também se previa a implantação de um sistema de esgoto, a instalação de centros comunitários, creches, postes de iluminação e a criação de um sistema de proteção para a rede elétrica e telefônica. Por último, a área seria reflorestada.
    Em 2008, Crivella foi lançado candidato do PRB à prefeitura do Rio, com o apoio do presidente Lula.
    No meio do caminho do Cimento Social, havia Cesar Maia, um obstáculo barulhento e de peso. O então prefeito passou a dizer que a remodelação das casas na Providência não passava de promessa eleitoreira feita às vésperas de um pleito relevante. Queria impugnar a licitação pública das obras.
    A reação do Palácio do Planalto foi imediata. Em vez de ser submetido aos trâmites usuais de um projeto público – envio de carta-consulta e cumprimento de todas as etapas burocráticas previstas em lei –, o governo federal acolheu a ideia de Crivella por meio de uma emenda parlamentar apresentada pelo próprio senador.
    O Tribunal Regional Eleitoral do Rio embargou as obras do Cimento Social por suspeita de viés eleitoreiro em favor do senador Marcelo Crivella. Até aquele dia, o 194º da operação, só trinta das 782 casas prometidas haviam sido reformadas.
    Crivella disse ter tirado 800 mil reais do próprio bolso para concluir parte das obras abandonadas. Segundo ele, o projeto chegou à marca de 100 residências renovadas. Quem visita o morro, no entanto, tem dificuldade em apontar mais de vinte.

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