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Para diminuir o prejuízo

Enquanto as ações da Oi despencavam na Bovespa (leia mais aqui) por causa do default do grupo Espírito Santo, em Lisboa o dia de hoje foi de intensas negociações entre a Portugal Telecom e Octávio Azevedo, representante da Andrade Gutierrez,  e Fernando Portella, do grupo La Fonte, dois dos maiores acionistas da Oi. Azevedo e Portella […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 03h31 - Publicado em 10 jul 2014, 17h56
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Soluções à mesa

Enquanto as ações da Oi despencavam na Bovespa (leia mais aqui) por causa do default do grupo Espírito Santo, em Lisboa o dia de hoje foi de intensas negociações entre a Portugal Telecom e Octávio Azevedo, representante da Andrade Gutierrez,  e Fernando Portella, do grupo La Fonte, dois dos maiores acionistas da Oi. Azevedo e Portella demitiram-se do conselho de administração da PT na semana passada por causa do imbróglio.

Uma das soluções à mesa é a reavaliação da posição acionária da PT na Oi, que é de 38%. Por essa fórmula, a participação cairia para cerca de 20% e, conforme o Espírito Santo for quitando suas dívidas com a PT, o percentual voltaria a subir até voltar aos 38%.

Assim, nenhum acionista seria prejudicado. Embora, a credibilidade da PT terá sido irremediavelmente maculada.

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