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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Demitido, dirigente da CBF próximo a Bolsonaro perderá salarião

O agora ex-secretário-geral da entidade havia se aproximado do núcleo de poder bolsonarista em Brasília; não foi suficiente para segurá-lo no cargo

Por Robson Bonin Atualizado em 17 jun 2021, 17h27 - Publicado em 17 jun 2021, 17h26

Interlocutores da CBF que acompanhavam os passos de Walter Feldman na entidade dizem que o secretário-geral andava muito seguro de que ficaria no cargo por causa do relacionamento desenvolvido por ele com Jair Bolsonaro.

O salário do número dois na hierarquia administrativa da CBF sob Rogério Caboclo, hoje afastado, chegaria, segundo essas fontes, próximo de 180.000 reais.

“Era um salário ‘razoável’ para tirá-lo da política. A CBF é uma entidade privada e com montanha de dinheiro para tudo: avião, passagens, almoços e jantares no restaurante na sede do Rio. Que coordenava e definia tudo? Walter Feldman”, diz essa fonte.

 

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