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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Delatores baianos fazem ‘esquenta’ para as revelações de Léo Pinheiro

Ex-chefão da OAS tem histórias que se cruzam com os relatos dos empresários envolvidos nas obras da sede da Petrobras em Salvador

Por Robson Bonin Atualizado em 30 jul 2020, 19h13 - Publicado em 14 jan 2020, 14h18

Quem acompanha o avanço das investigações da Lava-Jato em Curitiba diz que a delação dos empresários que atuaram na construção da sede da Petrobras em Salvador é apenas um aperitivo do que virá no acordo do ex-empreiteiro da OAS Léo Pinheiro.

Nos anexos obtidos pelo Radar, além de detalhar pagamentos de propina a João Vaccari no diretório do PT em São Paulo — num modelo semelhante ao já revelado pela Odebrecht em suas delações –, os delatores confirmam a existência do departamento de propinas da OAS em Salvador.

A existência da estrutura de distribuição de dinheiro sujo na capital baiana foi revelada ainda no começo da Lava-Jato pelo doleiro Alberto Youssef, que abastecia os cofres com o dinheiro lavado para a empreiteira.

Além de detalhar esses pagamentos, Léo Pinheiro dedicou parte nobre da sua delação ao projeto da Torre Pituba e as propinas milionárias pagas ao PT baiano.

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